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domingo, 14 de junho de 2026

PENSANDO EM MORRER. VEJA ESTE CASO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 

O estudo aprofundado do Espiritismo leva progressivamente a conclusão sobre a não existência de padrões que generalizam a aplicação das Leis que orientam o processo evolutivo das criaturas. O caso da desencarnação é um deles. Não existe um caso igual ao outro a partir da extinção das funções vitais do corpo físico utilizado pelo Espírito em sua passagem pela nossa Dimensão. Allan Kardec na REVISTA ESPÍRITA de julho de 1866 escreveu que ‘O LIVRO DOS ESPÍRITOS não é um tratado completo de Espiritismo; apenas apresenta as bases e os pontos fundamentais, que se devem desenvolver sucessivamente pelo estudo e pela observação’. Na edição definitiva desse verdadeiro tratado, obteve dos Espíritos que o auxiliavam na construção da base da Doutrina Espírita que o Espírito se encontra imediatamente com os que conheceu na Terra e que morreram antes dele, conforme à afeição que lhes votava e a que eles lhe consagravam. Muitas vezes aqueles seus conhecidos o vêm receber à entrada do mundo dos Espíritos e o ajudam a desligar-se das faixas da matéria. Encontra-se também com muitos dos que conheceu e perdeu de vista durante a sua vida terrena. Vê os que estão na Erraticidade, como vê os encarnados e os vai visitar”. E a evolução do pensamento humano foi ampliando essa visão. Na obra OBREIROS DA VIDA ETERNA, do Espírito André Luiz, pelo médium Chico Xavier, por exemplo, o autor obtém a infprmação de que “nem todas as desencarnações de pessoas dignas contam com o amparo de grupos socorristas, embora todos os fenômenos do decesso contem com o amparo da caridade afeta às organizações de assistência indiscriminado. Salienta, no entanto,  que a missão especialista não pode ser concedida a quem não se distinguiu no esforço perseverante do bem. A titulo de exemplo, se serve do caso de respeitável senhora, jovem ainda, que pelas disposições sadias que demonstrou no campo da benemerência social, foi ligada a dedicada corrente de serviço. Verificando-se, contudo, pequenas rusgas entre ela e o esposo, e tendo conhecimento da imortalidade da vida, além do sepulcro, desejou a pobre criatura ardentemente morrer. Tolas leviandades do marido bastaram para que maldissesse o mundo e a Humanidade. Não soube quebrar a concha do personalismo inferior e colocar-se a caminho da vida maior. Pela cólera, pela intemperança mental, criou a ideia fixa de libertar-se do corpo de qualquer maneira, embora sem utilizar o suicídio direto. Conhecia os Amigos Espirituais a que se havia unido, mas, longe de assimilar-lhes ajuizadamente os conselhos, repelia-lhes as advertências fraternas para aceitar tão somente as palavras de consolação que lhe eram agradáveis, dentre as admoestações salutares que lhe endereçavam. E tanto pediu a morte, insistindo por ela, entre a mágoa e a irritação persistentes, que veio a desencarnar em manifestação de icterícia complicada com simples surto gripal. Tratava-se de verdadeiro suicídio inconsciente, mas a senhora, no fundo, era extraordinariamente caridosa e ingênua. Não se recebeu qualquer autorização para conceder-lhe descanso e muito menos auxílio especial. Os Benfeitores de nossa Esfera, apesar de eficiente intercessão em beneficio da infeliz, somente puderam afastá-la das vísceras cadavéricas, há dois dias, em condições impressionantes e tristes. Não havendo qualquer determinação de assistência particularizada, por parte das Autoridades Superiores, e porque não seria aconselhável entregá-la ao sabor da própria sorte, em face das virtudes potenciais de que era portadora, o diretor da comissão de serviço, a que se filiara a imprevidente amiga, recolheu-a, por espírito de compaixão, em plena luta, e ela se foi, de roldão, a trabalhar por aí, ativamente, em condições muito mais sérias e complicadas”. Conclui sua ilustração dizendo quenão frutifica a paz legítima sem a semeadura necessária. Alguém, para gozar o descanso, precisa, antes de tudo, merecê-lo. As almas inquietas entregam-se facilmente ao desespero, gerando causas de sofrimento cruel”.


EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

 Eu já me acostumei a vir ao Centro tomar passes. Acredito nisso  e essa é a única maneira de cuidar de minha alma.  Não posso dizer que sou espírita, mas também não sou católica, que é a religião da família. Estou me sentindo bem. Só isso. Nunca quis me envolver com religião.

A doutrina espírita nunca exigiu declaração de fidelidade de ninguém, minha senhora. O Espiritismo veio para atender a todos. No fundo, não importa o que a pessoa se considere. O importante é que ela seja sincera e acredite no amor, naquele amor fraterno que Jesus ensinou. O amor cabe em qualquer lugar.

Logo, não há preocupação com o rótulo religioso. Se você está se sentindo bem, continue. Se sua crença no passe é sincera, se você está no centro com bons propósitos para se ajudar e, principalmente, se você pensa em ser útil para os outros, siga o caminho de sua consciência e esteja bem consigo mesma.

No final é a nossa consciência que vai dizer o que realmente somos e se estamos fazendo o que deveríamos fazer, perante nós mesmos e perante Deus. Nada melhor do que agir no bem, sem preocupação em se dizer desta ou daquela religião.

Se você vem frequentando os trabalhos de passe, com certeza já aprendeu muita coisa e ainda tem muito a aprender. Isso vem naturalmente. Mas se você se interessar em saber mais sobre o passe e o Espiritismo, então recomendamos que leia. Temos muitos livros da biblioteca do centro que você utilizar.

O conhecimento nos proporciona a oportunidade de nos conhecer melhor e de saber o sentido de nossas escolhas diante da vida. Deus não pede nós mais do que podemos dar.

 

 

 

 

 

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