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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

VIDA SOCIAL DOS DESENCARNADOS; PENSAMENTO; KARDEC - HOJE E SEMPRE 431; EVOLUÇÃO E LEI DE CAUDA E EFEITO: ENTENDA


domingo, 17 de novembro de 2019

FLUIDOS; KARDEC - HOJE E SEMPRE 430; EVOLUÇÃO E LEI DE CAUSA E EFEITO: ENTENDA


Conhecidos desde a Antiguidade, com a coragem do médico Franz Anton Mesmer e os avanços propostos por Allan Kardec, os fluidos conseguem explicar uma série de fenômenos desdenhados pela dita Ciência Acadêmica. Na sequencia, alguns esclarecimentos sobre sua existência e importância. Sendo os fluidos personalizados conforme a individualidade, o que determina suas características? As qualidades do fluido perispiritual estão na razão direta das qualidades morais do Espírito encarnado ou desencarnado; quanto mais elevados forem os sentimentos e desprendidos das influências da matéria, mais depurado será seu fluido.  Conforme os pensamentos que o dominam, o encarnado irradia fluidos impregnados desses mesmos pensamentos, que o viciam ou saneiam, fluidos realmente materiais que apesar de impalpáveis, invisíveis aos olhos do corpo, são perceptíveis pelos sentidos perispirituais e visíveis pelos olhos da alma, pois impressionam fisicamente, produzindo efeitos muito diferentes para, por exemplo,  os que são dotados da vidência. (RE;1867)  Conforme o Espiritismo,  Fluido Perispiritual produz diversos efeitos? O Fluido Perispiritual seria, por exemplo, uma das causas das simpatias e antipatias entre pessoas que se veem pela primeira vez. Isso por que o períspirito irradia ao redor do corpo uma espécie de atmosfera impregnada das qualidades boas ou más do Espírito encarnado. Duas pessoas que se encontram experimentam, pelo contato dos fluidos, a impressão da sensitiva; impressão agradável ou não, pelo fato dos fluidos tenderem a confundir-se ou repelir-se, segundo sua natureza semelhante ou dessemelhante. (OQE, 125) Esse sentimento é efeito de uma lei física: a lei da assimilação e da repulsão de fluidos. O pensamento maldoso, por exemplo, emite uma corrente fluídica que provoca uma sensação desagradável. Já o bondoso envolve com uma sensação agradável. Daí, a diferença de sensações que sentimos com a aproximação de um amigo ou de um inimigo. (ESE 12:3) Como se dá a ação desse fluido? Quem quer que alimente pensamentos de ódio, inveja, ciúme, orgulho, egoísmo, animosidade, falsidade, hipocrisia, malevolência, numa palavra, pensamentos colhidos na fonte das más paixões, espalha em torno de si eflúvios fluídicos perturbadores, que reagem sobre os que o cercam.  Se se considerar que pensamentos atraem pensamentos da mesma natureza, que os fluidos atraem fluidos similares, compreende-se que cada indivíduo traga consigo também um cortejo de Espíritos simpáticos, bons ou maus, e que, assim, o ar seja saturado de fluidos compatíveis com os pensamentos que predominam.  Pensamentos maus em minoria, não impedem que as boas influências se produzam, pois estas os neutralizam.  Se dominarem, enfraquecerão a radiação fluídica dos bons Espíritos ou mesmo, por vezes impedirão que os bons fluidos penetrem nesse meio, como o nevoeiro enfraquece ou detém os raios do Sol. (RE; 1867) Qual o meio de se subtrair à influência negativa dos maus fluidos? Esse meio se destaca da própria causa que produz o mal. Que se faz quando se reconhece que um alimento é nocivo à saúde? Rejeita-se, substituindo-o por alimento mais são.  Desde que são os maus pensamentos que enquadram os maus fluidos e os atraem, há que se esforçar para só os ter bons, repelir tudo que é mau, como se repele um alimento que nos torna doentes.  Numa palavra, trabalhar pelo próprio melhoramento moral e, para nos servirmos de uma comparação do Evangelho, ‘não só limpar o vaso por fora, mas, sobretudo, limpá-lo por dentro’. (RE; 1867) Como isso seria possível? Pelas características desse fluido. Ele se nos escapa continuamente formando em torno do nosso corpo uma atmosfera que somente age sobre os indivíduos que nos cercam se impulsionado pela nossa vontade.  O fluido penetra todos os corpos animados ou inanimados; se propaga a grandes distâncias, dependendo das condições e força do emissor, bem como da maior ou menor sensibilidade magnética do receptor; está sujeito às leis de atração, repulsão e afinidade variando de indivíduo para indivíduo; do ponto de vista moral, está impregnado dos sentimentos de ódio, inveja, ciúme, orgulho, egoísmo, agressividade, hipocrisia, bondade, benevolência, amor, caridade, doçura; etc; sob o aspecto físico, são excitantes, calmantes, penetrantes, adstringentes, irritantes, dulcificantes, suporíferos, tóxicos, reparadores, expulsivos; tornam-se força de transmissão, propulsão, etc; o quadro de fluidos seria, pois, o de todas as paixões, virtudes e vícios da Humanidade e das propriedades da matéria, correspondentes aos efeitos que produzem. Os fluidos não possuem qualidades sui-generis mas as que adquirem no meio onde se elaboram; modificam-se pelos eflúvios desse meio, como o ar pelas exalações, as águas pelos sais das camadas que atravessa. (G)












quinta-feira, 14 de novembro de 2019

DEPOIMENTO; KARDEC - HOJE E SEMPRE 427 E EVOLUÇÃO E LEI DA CAUSA E EFEITO: ENTENDA


As reuniões da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, seguiam um roteiro que compreendia variados estudos conduzidos por Allan Kardec, analisando em conjunto com os demais integrantes questões recebidas de várias regiões da Terra, outras propostas a Espíritos evocados além de comunicações espontâneas, atendendo a programação elaborada pelos Espíritos responsáveis pelo objetivo pretendido, ou seja, a geração de um banco de dados que dessem consistência à proposta do Espiritismo. Os resultados sempre foram publicados na REVISTA ESPÍRITA. No número de dezembro de 1859, por exemplo, uma das mensagens psicografadas por um dos médiuns presentes na noite de 20 de setembro daquele ano, surpreendeu pelo seu teor e, em segundo lugar, pela autoria. Dizia o texto: -“Pedi a Deus que me deixasse vir um instante entre vós, para vos dar o conselho de jamais ter disputas religiosas. Não digo guerras religiosas, pois os tempos estão agora muito adiantados para isso. No século em que vivi, isto era uma desgraça geral, e eu não pude evita-la. A fatalidade arrastou-me, e eu empurrei os outros quando deveria tê-los retido. Assim tive a minha punição, a princípio na Terra e há três séculos que espio cruelmente o meu crime. Sede mansos e pacientes para com aqueles a quem ensinardes. Se a princípio não querem vir a vós, virão mais tarde, quando virem a vossa abnegação e o vosso devotamento. Meus amigos, meus irmãos, nunca seria demais vos recomendar, nada há realmente de mais horrível do que a gente se estraçalhar reciprocamente, em nome de um Deus clemente, em nome de uma religião santa, que não prega senão a misericórdia, a bondade e a caridade!. Em vez disso, a gente se mata, se massacra a fim de forçar as criaturas que se quer converter a um Deus bom, conforme se diz. Em lugar de acreditar em vossa palavra, os que sobrevivem se apressam em vos deixar, em se afastarem, como se fosseis animais ferozes. Sede bons, eu vô-lo repito, e sobretudo cheios de amenidade para com aqueles que não creem como vos”. A assinatura era de Carlos IX, o mandatário que autorizou o massacre havido na França na noite de 24 de agosto de 1572, conhecido historicamente como Noite de São Bartolomeu. Sua responsabilidade, contudo foi parcial, segundo se apura em mensagem do Orientador Espiritual Emmanuel, através do médium Chico Xavier, contida no capítulo 4 do livro O ESPINHO DA INSATISFAÇÃO (feb), de autoria de Newton Boechat. Isto porque a mentora do sinistro plano foi um grupo que cercava sua mãe, a rainha Catarina De Médicis, mais precisamente, uma conselheira de nome duquesa de Nemours. Pretendiam situar a França católica no nível dos países que alcançaram destaque perante o poder central da maior estrutura religiosa do Ocidente à época pela instituição do Tribunal do Santo Ofício, a famigerada Inquisição. O meio era o extermínio dos seguidores do nascente Protestantismo, aproveitando-se da grande concentração deles na capital francesa, ante o casamento politicamente arranjado entre Margot, a filha da rainha, com Henrique de Navarra, adepto da nova corrente religiosa. Pressionado pela ardilosa mãe, que o perturbava e subjugava, Carlos IX, assinou o documento a ele levado. Sua inesperada manifestação na reunião da noite citada, suscitou em Kardec o interesse em entrevistá-lo, o que o fez, obtendo entre outros, os seguintes esclarecimentos: 1- Expiava suas faltas pelo remorso; 2- Depois da existência como Carlos IX, tivera uma, reencanado como um escravo das duas Américas, sofrendo muito, reconhecendo, porém, que tal experiência adiantou-lhe a evolução; 3-  Que sua mãe sofreu também, encontrando-se em outro Planeta onde desempenha uma vida de devotamento; 4- Que, a exemplo de Luiz IX, Luiz XI, poderia escrever mediunicamente sua história; 5- Comprometia-se a fazê-lo oportunamente. Para os que querem conhecer um pouco dos bastidores desse pedaço da História mundial, basta ler NAS VORAGENS DO PECADO(feb), do Espírito Charles pela médium Yvonne Pereira, o início da trilogia completada por O DRAMA DA BRETANHA (feb) e O CAVALHEIRO DE NUMIERS(feb) ou A NOITE DE SÃO BARTOLOMEU, escrita pelo Espírito Rochester pela médium Wera Krijanovski.