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quinta-feira, 18 de julho de 2019

O BEM; EVOLUÇÃO E KARDEC - HOJE E SEMPRE 324



quarta-feira, 17 de julho de 2019

ESPIRITISMO, SOBREVIVERAM E KARDEC - HOJE E SEMPRE 323


A LEI E NÓS E KARDEC - HOJE E SEMPRE 322


Estudando O LIVRO DOS ESPÍRITOS e a obra de André Luiz através de Chico Xavier deduz-se que o trabalho da evolução fez com que a longa viagem do Princípio Inteligente fosse conquistando e desenvolvendo atributos sobre a base da Memória a partir do acesso ao Pensamento Contínuo  permitindo o surgimento do Espírito (questão 607) e o inicio da fase de Humanidade ou Humanização. Atributos potenciais foram se ampliando como a Inteligência, Consciência, Vontade, Livre Arbítrio,  organizando o Corpo Mental que formatará os Corpos Espirituais sintetizados no Perispírito. Dentre eles, a Consciência que carrega em si potencialmente inscritas as Leis De Deus cuja ampliação gradualmente dilatam o mecanismo de Ação e Reação (karma) corrigindo as distorções resultantes das ações assumidas pela criatura na sua relação consigo mesma, com o próximo, com a vida, enfim. Na sequência algumas respostas que o Espiritismo sobre o tema Personalidade Humana, a mascara que se forma a cada identidade recebida pelo Ser a cada nova reencarnação na direção do Progresso ou Evolução individual como exposto no vídeo PERSONALIDADE – AS RESPOSTAS QUE O ESPIRITSMO DÁ publicado no YOUTUBE. 1-O Espiritismo afirma ser a destinação do Espírito sua evolução que, na condição humana, caracteriza-se pela capacidade do pensamento contínuo como consequência da “individualização do princípio inteligente” que, por sua vez, teria desenvolvido suas potencialidades nas variadas formas e espécies dos Reinos mineral, vegetal, animal irracional inferior/superior, estando atualmente na condição do animal racional ou humana. Quando e como teria se iniciado essa caminhada evolutiva? O Espírito está em sua origem, num estado de nulidade moral e intelectual, como a criança que acaba de nascer.(RE) Semelhante ao estado de infância na vida corpórea.  Essa caminhada é cumprida numa série de existências que precedem o período chamado Humanidade (LE) que, não tem na Terra o ponto de partida da primeira encarnação humana, começando, em geral, nos mundos ainda mais inferiores, não sendo, porém, regra absoluta, podendo, ocorrer como exceção.(LE)  A Terra oferece um vasto campo de progresso, por reunir variados graus de inteligência e moralidade, desde a selvageria própria do animal até a Civilização mais adiantada(G)  A faculdade dominante no estado selvagem é o instinto, o que não o impede de agir com inteira liberdade em certas coisas, liberdade que se desenvolve com a inteligência (LE) Suas predisposições instintivas são as de antes da sua encarnação, podendo impeli-lo a atos repreensíveis, no que será secundado por Espíritos simpáticos a essas disposições (LE) Sua inteligência apenas desabrocha; ela ensaia para a vida..(LE). 2- Esse processo se dá todo na Terra? A Terra já foi, mas não é mais, um mundo primitivo; os mais atrasados seres humanos encontrados em sua superfície já se despojaram das primeiras fraldas da encarnação e os nossos selvagens estão em progresso, comparativamente ao que eram antes que seu Espírito viesse encarnar neste Globo.  Que se julgue agora o número de existências necessárias a esses selvagens para transpor todos os degraus que os separam da mais adiantada Civilização; todos esses degraus intermediários se acham na Terra sem solução de continuidade e se pode segui-los observando as nuances que distinguem os diferentes povos.  Nossas imperfeições são o único obstáculo à nossa felicidade futura; portanto, estudemo-nos, a fim de nos aperfeiçoarmos. No ponto em que estamos a inteligência está bastante desenvolvida para permitir ao homem julgar sensatamente o bem e o mal, e é também deste ponto que a sua responsabilidade é mais seriamente empenhada, já que não mais se pode dizer o que dizia Jesus: “Perdoai-lhes, Senhor, porque não sabem o que fazem. (RE) 3- Em que momento o Espírito começa a interferir conscientemente nos seus programas reencarnatórios? Não é nem após a primeira, nem à segunda encarnação que a alma tem consciência bastante nítida de si mesma, para ser responsável por seus atos, talvez só após a centésima ou milésima.  A responsabilidade cresce em razão do desenvolvimento da inteligência.  Durante longos períodos o Espírito encarnado é submetido a influência exclusiva dos instintos de conservação; pouco a pouco se transformam em instintos inteligentes ou, melhor dito, se equilibram com a inteligência; mais tarde, e sempre gradativamente, a inteligência domina os instintos.  Só então começa a séria responsabilidade. O Espírito fica num estado inconsciente durante numerosas encarnações; a luz da inteligência não se faz senão aos poucos e a responsabilidade real só começa quando o Espírito age livremente e com conhecimento de causa.  (RE)       (L = 25/28 E/C   -  43/46 (XIX  -  60/65 (XX)









sábado, 13 de julho de 2019

ASSUNTO A SE PENSAR E KARDEC - HOJE E SEMPRE 319


Toda obsessão começa pelo esboço vago do pensamento alheio que nos visita, oculto. Hoje é um pingo de sombra, amanhã linha firme, para, depois, fazer-se um painel vigoroso, do qual assimilamos apelos infelizes que nos aprisionam em turbilhões de trevas, afirma o Espírito Emmanuel na obra PENSAMENTO E VIDA (1958; feb) A propósito o Espírito Humberto de Campos o Irmão X -, pondera na obra CONTOS E APÓLOGOS  que o enigma da obsessão, no fundo, é problema educativo. Quando o homem cumprir em si mesmo as leis superiores da bondade a que teoricamente se afeiçoa, deixará de ser um flagelo para a Natureza, convertendo-se num exemplo de sublimação para as entidades inferiores que o procuram... Então, a consciência particular inflamar-se-á na luz da consciência cósmica e os tristes espetáculos da obsessão recíproca desaparecerão da Terra. Ampliando nossa compreensão, no livro MISSIONÁRIOS DA LUZ (feb; 1945)  do Espírito André Luiz acrescenta que ‘médiuns, inclusive nós outros, os desencarnados, todos o somos, em vista de sermos intermediários do bem que procede de mais alto, quando nos elevamos, ou portadores do mal, colhidos nas zonas inferiores, quando caímos em desequilíbrio. O obsidiado, porém, acima de médium de energias perturbadas, é quase sempre um enfermo, representando uma legião de doentes invisíveis ao olhar humano. Por isto mesmo, constitui, em todas as circunstâncias, um caso especial, exigindo muita atenção, prudência e carinho’.  A explicação sobre a obsessão e do sexto sentido chamado mediunidade são duas das eloquentes Verdades reveladas pelo Espiritismo. Vejamos alguns aspectos importantes para entender esses fenômenos na vida das criaturas humanas. 1-Transtorno obsessivo é um efeito derivado do que o Espiritismo denomina obsessão. O que é ela? É a ação quase que permanente de um (ou vários) Espírito estranho, que leva a pessoa a ser solicitada por uma necessidade incessante de agir desta ou daquela maneira e de fazer isto ou aquilo. A subjugação é uma ligação moral que paralisa a vontade de quem a sofre, impelindo a pessoa às mais dasarrazoadas ações e, por vezes, às mais contrárias ao seu próprio interesse. A fascinação é uma espécie de ilusão produzida, ora por raciocínios capciosos; e esta ilusão produz um engano sobre as coisas morais, falseia o julgamento e leva a tomar-se o mal pelo bem. (RE; 10/1858) 2-Qual a diferença entre loucura patológica e loucura obsessional ? A primeira é produzida por uma desordem nos órgãos da manifestação do pensamento. Notemos que, nesse estado de coisas, não é o Espírito que é louco: ele conserva a plenitude de suas faculdades, como o demonstra a observação; apenas estando desorganizado o instrumento de que se serve para se manifestar, o pensamento ou, melhor dito, a expressão do pensamento é incoerente. Na loucura obsessional não há lesão orgânica. É o próprio Espírito que se acha afetado pela subjugação de um Espírito estranho que o domina e comanda. No primeiro caso é preciso curar o órgão doente; no segundo basta livrar o Espírito doente do hóspede inoportuno, a fim de lhe restituir a liberdade. Casos semelhantes são muito frequentes e comumente tomam como loucura o que não se passa de obsessão, para a qual deveriam empregar-se meios morais e não duchas. Pelo tratamento físico, e, sobretudo, pelo contato dos verdadeiros alienados, muitas vezes tem sido determinada uma verdadeira loucura onde esta não existia. (RE;5/1862) 3-Mente e pensamento são elementos fundamentais para o transtorno obsessivo? A influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos é maior do que cremos porque, frequentemente, são eles que nos dirigem. (LE, q 459)  A obsessão em qualquer tipo pelo qual se expresse, está profundamente vinculada aos processos mentais em que se baseiam os interesses da criatura.  A mente pode ser comparada a espelho vivo, que reflete as imagens que procura.  O pensamento é a base de tudo, alavanca de ligação para o Bem e para o mal.  Obsessão é o equilíbrio de forças inferiores, retratando-se entre si (PV,27) Não há, obsessão unilateral, nutrindo-se toda ocorrência desta espécie à base de intercâmbio mais ou menos completo. (PV,27)