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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS E A QUESTÃO DA MORTE



segunda-feira, 13 de agosto de 2018

INFLUÊNCIA ESPIRITUAL


O aparecimento do Espiritismo expôs uma realidade ignorada pela maior parte das criaturas humanas: a da influência do chamado Mundo Invisível sobre o Visível. Ações que funcionam por vezes, como os processos de vampirização onde atitudes são adotadas meio que à revelia daqueles que falam ou agem de forma inesperada e surpreendente. Atitudes que variam da dependência física, afetiva até os extremos do suicídio e homicídio. Na sequência alguns esclarecimentos sobre a questão:  Objetivamente como pode ser explicada a influência existente entre espíritos encarnados e desencarnados? Sabemos que os Espíritos são revestidos de um envoltório vaporoso, que lhes forma um verdadeiro corpo fluídico, ao qual damos o nome períspirito, e cujos elementos são tirados do fluído universal ou cósmico, princípio de todas as coisas. Quando o Espírito se une a um corpo, aí vive com seu períspirito, que serve de ligação entre o Espírito, propriamente dito, e a matéria corpórea; é o intermediário das sensações percebidas pelo Espírito. Mas esse períspirito não é confinado no corpo, como numa caixa. Por sua natureza fluídica ele se irradia exteriormente e forma em torno do corpo uma espécie de atmosfera, como o vapor que dele se desprende. Mas a emanação que se desprende de um corpo doente é igualmente doente, acre e nauseabundo, o que infecta o ar dos lugares onde se reúnem muitas pessoas enfermas. Assim como esse vapor é impregnado das qualidades do corpo, o períspirito é impregnado das qualidades, ou seja, do pensamento do Espírito e irradia tais qualidades em torno do corpo. (RE; 12/1868) Na prática como se dá essa influência? Por sua natureza fluídica, essencialmente móvel e elástica, se assim se pode dizer, como agente direto do Espírito, o períspirito é posto em ação e projeta irradiações pela vontade do Espírito. Por esses raios ele serve à transmissão do pensamento, porque, de certa forma, está animado pelo pensamento do Espírito. Suponhamos duas pessoas próximas, cada qual envolvida por sua atmosfera perispiritual. Esses dois fluidos põem-se em contato e se penetram. Se forem de natureza simpática, interpenetram-se; se de natureza antipática, repelem-se e os indivíduos sentirão uma espécie de mal estar, sem se darem conta; se, ao contrário, forem movidos por sentimentos de benevolência, terão um pensamento benevolente , que atrai. É por isso que duas pessoas se compreendem e adivinham sem falar. (RE; 12/1862) Como se pode constatar isso? Pela mediunidade efetiva, consciente e assumida. Por ela se chegou a constatar a existência do Mundo Invisível e, pela diversidade das manifestações obtidas ou provocadas, foi possível entender a qualidade dos seres que o compõem e o papel que representam na natureza. O médium fez pelo Mundo Invisível o mesmo que o microscópio pelo mundo dos infinitamente pequenos.  Trata-se então de algo novo? Uma força nova, uma nova energia, uma nova lei, numa palavra, que foi revelada. É realmente inconcebível que a incredulidade repila mesmo a ideia, por isso que esta ideia supõe em nós uma alma, um princípio inteligente que sobrevive ao corpo. Se se tratasse da descoberta de uma substância material e não inteligente, seria aceita sem dificuldade. Mas uma ação inteligente fora do homem é para eles superstição. Se, da observação dos fatos produzidos pela mediunidade, remontarmos aos fatos gerais, poderemos, pela similitude dos efeitos, concluir pela similitude das causas. (RE; 1/1863,) Os Espíritos então tomam parte ativa em nossas vidas? Muito comumente os Espíritos são vistos assim pelos videntes: os veem ir, vir, entrar, sair, circular em meio aos vivos, dando a impressão – pelo menos os Espíritos comuns – de tomar parte ativa no que se passa em seu redor e interessar-se conforme o assunto, escutando o que se diz. Por vezes, vê-se que se aproximam das pessoas, soprando-lhes ideias, influenciando-as, consolando-as.  (RE, 4/1861) De que forma? Em todos os tempos os bons e os sábios ajudaram os intelectualmente desenvolvidos por inspirações, ao passo que outros se limitam a nos guiar nos atos ordinários da vida; mas essas inspirações, que ocorrem pela transmissão de pensamento a pensamento, são imperceptíveis, discretas e não podem deixar qualquer traço material. Se o Espírito quiser manifestar-se ostensivamente, é preciso que aja sobre a matéria; se quer que seu ensino, em vez de ter o vago e incerto pensamento, tenha precisão e estabilidade, precisa de sinais materiais e para tanto – deixam passar a expressão – serve-se de tudo que lhe cai às mãos, desde que nas condições apropriadas à sua natureza. Serve-se de uma pena, de um lápis, se quiser escrever, de um objeto qualquer, mesa ou panela, se quiser bater, sem que por isso seja humilhado.. (RE; 4/1861)






ANIMAIS E MEDIUNIDADE E CONDIÇÃO DA CRIANÇA NO PLANO ESPIRITUAL



domingo, 12 de agosto de 2018

SOBREVIVERAM E ORIENTAÇÃO


COMUNICAÇÃO MEDIÚNICA ENTRE VIVOS


Discorrendo sobre os caracteres da revelação espírita, Allan Kardec considera que “como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma maneira que as ciências positivas, isto é, aplica o método experimental, acrescentando que “é rigorosamente exato, portanto, dizer que o Espiritismo é uma ciência da observação e não o produto da imaginação”. Sua atuação à frente da Sociedade Espírita de Paris documenta o quanto ele ousou, através de diferentes médiuns, aprofundar os temas relacionados com informações obtidas com os Espíritos por ele evocados ou que se manifestavam em várias partes do Planeta abrindo caminho para o conhecimento da realidade do Mundo Espiritual. Um dos assuntos que o senso perquiridor de Kardec submeteu a testes, foi a   possibilidade de comunicações mediúnicas de pessoas encarnadas ou, como se costuma dizer, vivas. Longa e minuciosa pesquisa foi por ele conduzida, evocando Espíritos encarnados, às vezes, a grandes distâncias, sob controle de entidades espirituais que dirigiam os trabalhos mediúnicos da Sociedade.  .As comunicações obtidas foram publicadas na íntegra, pois sempre eram psicografadas. Constituem-se nas primeiras pesquisas e demonstrações da independência do Espírito em relação ao corpo. Sócios efetivos ou correspondentes da Sociedade se inscreviam para essas experiências nesse sentido. Um desses documentos pode ser encontrado na REVISTA ESPÍRITA, janeiro de 1860. Compreende oitenta perguntas formuladas a um Conde, oficial da Marinha Imperial, retido em sua casa por enfermidade, e, que se oferecia para estudo, propondo-se a deitar-se por volta das nove horas do dia 25 de novembro, calculando que por volta das nove e meia poderia ser chamado. Assim foi feito, na data combinada, em que respondeu à metade das perguntas a ele dirigidas, retornando na semana seguinte, no dia 2 de dezembro, complementando a interessante entrevista.  Na primeira série de perguntas, revelou detalhes importantes como “ter a condição de deslocar-se instantaneamente, e, à vontade, do local em que se comunicava até sua casa e vice-versa; ter consciência do trajeto; observar os objetos existentes no caminho; estar num estado diferente ao de um sonâmbulo pelo fato de seu corpo estar dormindo; citou um remédio do qual nunca ouvira falar para tratar o mal que o acometia – a gota – o cólquico; ser capaz de auxiliar um amigo que soubesse em perigo através da inspiração; sentir-se num estado de grande felicidade como num sonho bom; sentir-se ligado ao corpo físico por um laço luminoso como uma luz fosforescente difícil de descrever; atuar sobre a mão do médium para dar-lhe uma direção que facilitava por uma ação sobre o cérebro; não experimentar fadiga física durante o fenômeno de que era o centro; ser capaz de responder uma pergunta mental”.  No dia seguinte, contou que tinha sonhado que se achava na Sociedade, entre o médium e Kardec, o que foi considerado por este uma lembrança da evocação, que também diz que “sendo o sonho uma lembrança da atividade do Espírito, não é, evidentemente, o corpo que sonha”. Na segunda evocação, respondendo às questões formuladas por Kardec, expõem impressões elucidativas como “registrar de forma muito intensa percepções como a luz, sons e odores,  não através dos órgãos dos sentidos como no corpo físico; ver os Espíritos desencarnados presentes à reunião que se processava; vê-los por sua própria forma perispiritual; apresentando-se também através deste corpo que imita a forma do corpo material, embora tendo consciência de ali estar no corpo fluídico luminoso; de ser capaz de dar um soco em qualquer um dos presentes, e, embora não fosse sentido pelo agredido, poderia sê-lo se o quisesse, esclarecendo ainda que o nome do remédio – cólquico –, sabia por tê-lo usado em encarnação anterior, em que, por sinal, lhe fizera muito mal”. Além das incursões feitas por Allan Kardec nessa área, Ernesto Bozzano, anos depois compilou vários relatos na obra COMUNICAÇÕES MEDIÚNICAS ENTRE VIVOS (edicel, 1968), publicado em tradução de Francisco Klör Werneck

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

O QUE OS HISTORIADORES NÃO CONTAM




A Historia oficial dos líderes, povos, países, governantes, ao longo de grande parte da evolução da Humanidade, foi sempre escrita sob encomenda, registrando dados e passagens que nem sempre expressam os fatos integralmente. Num país, por exemplo, apenas as ocorrências desenroladas no centro do poder, envolvendo personagens mais diretamente a ele ligados, são preservados. O que acontece no interior, raramente é contado. O Antigo Testamento, em vários de seus escritos, mostra a dependência de Reis, Faraós e Soberanos de oráculos e pitonisas que lhes decifravam sonhos, pressentimentos ou até mesmo a influência dos Astros, diante de decisões a serem tomadas. O tempo foi, aparentemente, afastando uns e outros, minimizando essa influência. Allan Kardec na edição de março de 1864 da REVISTA ESPIRITA, incluiu interessante matéria intitulada UMA RAINHA MÉDIUM, construída a partir de notícias veiculadas em vários jornais da época como Opinion Nationale e Siècle, veiculados em 22 de fevereiro do mesmo ano. Tais escritos fazem referência à fatos envolvendo a Rainha Vitória, que durante sessenta e quatro anos esteve à frente do trono da Inglaterra. Ela, cujo nome completo era Alexandrina Vitória Regina, era erudita, amante das letras, apreciava as artes, tocava piano e praticava a pintura. Marcou a historia daquele país de tal forma que seu reinado é denominado Era Vitoriana, por uma série de ações na área sócia,l como a abolição da escravatura no Império Britânico; redução da jornada de trabalho para dez horas; instalação do direito ao voto para todos os trabalhadores; expansão das Colônias; grande ascensão da burguesia industrial, entre outros feitos. Assumindo o trono aos 18 anos, teve nove filhos com o primo e Príncipe Alberto, com quem, por um amor profundo casou aos 21. Enviuvou aos 42 anos, conservando luto até sua morte, quatro décadas depois. Comentando a citada notícia, diz Kardec: “Uma carta de pessoa bem informada revela que, recentemente, num conselho privado, onde fora discutida a questão dinamarquesa, a Rainha Vitória declarou que nada faria sem consultar o príncipe Alberto( morrera). E com efeito, tendo-se retirado por um pouco para seu gabinete, voltou dizendo que o “príncipe se pronunciava contra guerra. Esse fato e outros semelhantes transpiraram e originaram a ideia de que seria oportuno estabelecer uma regência”. Seguindo o Codificador acrescenta: “-Tínhamos razão ao escrever que o Espiritismo tem adeptos até nos degraus dos tronos. Poderíamos ter dito: até nos tronos. Vê-se, porém, que os próprios soberanos não escapam à qualificação dada aos que acreditam nas comunicações de Além-túmulo(...). O Journal de Poitiers, que relata o mesmo caso, o acompanha desta reflexão: Cair assim no domínio dos Espíritos não é abandonar o das únicas realidades que tem de conduzir o mundo?”. Até certo ponto concordamos com a opinião do jornal, mas de outro ponto de vista. Para ele os Espíritos não são realidades, porque, segundo certas pessoas, só há realidade no que se vê e se toca. Ora, assim, Deus não seria uma realidade e, contudo, quem ousaria dizer que ele não conduz o mundo? Que não há acontecimentos providenciais para levar a um determinado resultado? Então, os Espíritos são instrumentos de sua vontade; inspiram os homens, solicitam-nos, mau grado seu, a fazer isto ou aquilo, a agir neste sentido e não naquele, e isto tanto nas grandes resoluções quanto nas circunstâncias da vida privada. Assim, a esse respeito, não somos da opinião do jornal. Se os Espíritos inspiram de maneira oculta, é para deixar ao homem o livre-arbítrio e a responsabilidade de seus atos. Se receber inspiração de um mau Espírito, pode estar certo de receber, ao mesmo tempo, a de um bom, pois Deus jamais deixa o homem sem defesa contra as más sugestões. Cabe-lhe pesar e decidir conforme a sua consciência. Nas comunicações ostensivas, por via mediúnica, não deve mais o homem abnegar o seu livre-arbítrio: seria erro regular cegamente todos os passos e movimentos pelo conselho dos Espíritos, por que há os que ainda podem ter ideias e preconceitos da vida. Só os Espíritos Superiores disso estão isentos(...). Em princípio os Espíritos não nos vem conduzir; o objetivo de suas instruções é tornar-nos melhores, dar fé aos que não a tem e não o de nos poupar o trabalho de  pensar por nós mesmos”.  




domingo, 5 de agosto de 2018

CONFERINDO E INDUÇÃO


LEITURA, SONO, EINSTEIN, SALVAÇÃO


Retorna o professor José Benevides Cavalcante (FUNDAMENTOS DA DOUTRINA ESPÍRITA, eme) para esclarecer duvidas dos leitores.LEITURA E SONO Toda vez que vou ler um livro espírita sinto sono e começo a bocejar; mas depois que abandono o livro percebo que não tenho mais sono. Será que isso é devido a influência de espíritos que não querem que eu leia livro espírita? Embora estejamos conscientes de que os Espíritos interagem conosco nas atividades do dia-a-dia, não é de bom senso atribuirmos somente a eles tudo que nos acontece de indesejável. Os crentes costumam fazer o mesmo com o demônio, numa tentativa de tirar a responsabilidade das pessoas e convertê-las de autoras em vítimas. Portanto, cuidado!... Ler é uma atividade que, para quem não tem o costume, torna-se monótona e cansativa por exigir silêncio e concentração. A própria escola - que não consegue estimular essa prática nos alunos - deu-lhe a conotação de castigo, tornando-a enfadonha. Assim, os estudantes também dormem sobre os livros porque, no fundo, não querem estudar, embora tenham interesse em ser aprovados. O sono passa, então, a ser uma desculpa muito bem engendrada, talvez inconsciente, para não se dedicar à atividade. Portanto, se você quiser realmente ler livros espíritas e se propuser a isso, com certeza, vai conseguir e muito bem. Não é preciso ler muito . Leia pouco, mas leia bem. Pessoas, que não estão habituadas à leitura, devem exercitar a atividade com critério e dentro de uma dosagem adequada à sua capacidade de concentração. Não adianta querer ler metade de um livro de uma vez, quando a sua capacidade inicial só se presta a algumas páginas por dia. Vá devagar, mas não pare. Se você estabelecer um mínimo para ler diariamente, alcançará seu intento com relativa facilidade . Mas tenha sempre uma meta definida. Convença-se de que, primeiramente, a leitura depende de você, de sua força de vontade ( e por que não dizer, da vontade de fazer força) e só, depois, de outras influências que, se porventura existirem mesmo, perderão paulatinamente seu império sobre você. A INTUIÇÃO DE EINSTEIN É de Albert Einstein este pensamento: "Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a Verdade se me revela". Não estaria o médium Einstein servindo às influências dos Espíritos? É possível. Nós, os espíritas, assim consideramos, pois, como disseram os mentores a Kardec, os Espíritos influem em nossos pensamentos muito mais do que podemos imaginar ( Vide O LIVRO DOS ESPÍRITOS, questão nº459). No entanto, pelo que sabemos, Einstein não cogitava da influência dos Espíritos. Mais de uma vez ele se referiu à intuição como canal de conhecimento, ou seja, referiu-se a essa capacidade anímica e extraordinária do homem de entrar em contato com o conhecimento superior. Albert Einstein era um admirador do Budismo e, certamente, estava convencido de que o conhecimento não se adquire somente pelo uso do raciocínio. Parece que a intuição fazia parte de sua vida e, provavelmente, ele estivesse sendo orientado por Espíritos dedicados ao progresso da ciência humana, sem que o soubesse. Contudo, prezado leitor, devemos tomar cuidado para não atribuirmos somente aos desencarnados o mérito pelos grandes feitos, como se os Espíritos fossem seres divinos e os homens seres inferiores. Não devemos nos esquecer de que eles já estiveram encarnados e que os homens também são Espíritos e, igualmente, podem produzir grandes obras ou belos pensamentos, sem que para isso precisem sempre dos Espíritos ou precisem desencarnar. SALVAÇÃO O que é melhor: pensar que estamos salvos ou pensar que estamos perdidos? Quando a religião promete salvação aos seus adeptos, ela não está ajudando-os a viver melhor. De fato, entre pensar que estamos perdidos e pensar que estamos salvos, é melhor ficar com a segunda postura, pois o pensamento pessimista ou derrotista nos arrasa e nos enfraquece, roubando o sentido da vida. Mas devemos considerar também que cada caso é um caso, uma vez que os indivíduos reagem diferentemente diante da mesma situação. Há pessoas que, alimentadas pelo otimismo, fazem coisas boas, praticam bons atos, mas há aquelas que, com a certeza da salvação, acomodam-se no seu egoísmo ou se prevalecem dessa condição para exibir uma pretensa superioridade, perseguindo e esmagando aqueles que não pensam como ela. Ademais, o otimismo é sempre perigoso quando assentado na ignorância, porque não sabe o que faz. Imagine uma pessoa que, entra num compartimento, pensando que ali dorme um gato, quando, na verdade, o que a espera é um leão faminto! A ignorância costuma nos cobrar muito caro pelos erros de cálculo e imaginação. Pensar que seremos salvos é bom, desde que consideremos que essa felicidade depende de nosso esforço e do Bem que pudermos fazer pelo próximo.