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quarta-feira, 17 de julho de 2019

ESPIRITISMO, SOBREVIVERAM E KARDEC - HOJE E SEMPRE 323


A LEI E NÓS E KARDEC - HOJE E SEMPRE 322


Estudando O LIVRO DOS ESPÍRITOS e a obra de André Luiz através de Chico Xavier deduz-se que o trabalho da evolução fez com que a longa viagem do Princípio Inteligente fosse conquistando e desenvolvendo atributos sobre a base da Memória a partir do acesso ao Pensamento Contínuo  permitindo o surgimento do Espírito (questão 607) e o inicio da fase de Humanidade ou Humanização. Atributos potenciais foram se ampliando como a Inteligência, Consciência, Vontade, Livre Arbítrio,  organizando o Corpo Mental que formatará os Corpos Espirituais sintetizados no Perispírito. Dentre eles, a Consciência que carrega em si potencialmente inscritas as Leis De Deus cuja ampliação gradualmente dilatam o mecanismo de Ação e Reação (karma) corrigindo as distorções resultantes das ações assumidas pela criatura na sua relação consigo mesma, com o próximo, com a vida, enfim. Na sequência algumas respostas que o Espiritismo sobre o tema Personalidade Humana, a mascara que se forma a cada identidade recebida pelo Ser a cada nova reencarnação na direção do Progresso ou Evolução individual como exposto no vídeo PERSONALIDADE – AS RESPOSTAS QUE O ESPIRITSMO DÁ publicado no YOUTUBE. 1-O Espiritismo afirma ser a destinação do Espírito sua evolução que, na condição humana, caracteriza-se pela capacidade do pensamento contínuo como consequência da “individualização do princípio inteligente” que, por sua vez, teria desenvolvido suas potencialidades nas variadas formas e espécies dos Reinos mineral, vegetal, animal irracional inferior/superior, estando atualmente na condição do animal racional ou humana. Quando e como teria se iniciado essa caminhada evolutiva? O Espírito está em sua origem, num estado de nulidade moral e intelectual, como a criança que acaba de nascer.(RE) Semelhante ao estado de infância na vida corpórea.  Essa caminhada é cumprida numa série de existências que precedem o período chamado Humanidade (LE) que, não tem na Terra o ponto de partida da primeira encarnação humana, começando, em geral, nos mundos ainda mais inferiores, não sendo, porém, regra absoluta, podendo, ocorrer como exceção.(LE)  A Terra oferece um vasto campo de progresso, por reunir variados graus de inteligência e moralidade, desde a selvageria própria do animal até a Civilização mais adiantada(G)  A faculdade dominante no estado selvagem é o instinto, o que não o impede de agir com inteira liberdade em certas coisas, liberdade que se desenvolve com a inteligência (LE) Suas predisposições instintivas são as de antes da sua encarnação, podendo impeli-lo a atos repreensíveis, no que será secundado por Espíritos simpáticos a essas disposições (LE) Sua inteligência apenas desabrocha; ela ensaia para a vida..(LE). 2- Esse processo se dá todo na Terra? A Terra já foi, mas não é mais, um mundo primitivo; os mais atrasados seres humanos encontrados em sua superfície já se despojaram das primeiras fraldas da encarnação e os nossos selvagens estão em progresso, comparativamente ao que eram antes que seu Espírito viesse encarnar neste Globo.  Que se julgue agora o número de existências necessárias a esses selvagens para transpor todos os degraus que os separam da mais adiantada Civilização; todos esses degraus intermediários se acham na Terra sem solução de continuidade e se pode segui-los observando as nuances que distinguem os diferentes povos.  Nossas imperfeições são o único obstáculo à nossa felicidade futura; portanto, estudemo-nos, a fim de nos aperfeiçoarmos. No ponto em que estamos a inteligência está bastante desenvolvida para permitir ao homem julgar sensatamente o bem e o mal, e é também deste ponto que a sua responsabilidade é mais seriamente empenhada, já que não mais se pode dizer o que dizia Jesus: “Perdoai-lhes, Senhor, porque não sabem o que fazem. (RE) 3- Em que momento o Espírito começa a interferir conscientemente nos seus programas reencarnatórios? Não é nem após a primeira, nem à segunda encarnação que a alma tem consciência bastante nítida de si mesma, para ser responsável por seus atos, talvez só após a centésima ou milésima.  A responsabilidade cresce em razão do desenvolvimento da inteligência.  Durante longos períodos o Espírito encarnado é submetido a influência exclusiva dos instintos de conservação; pouco a pouco se transformam em instintos inteligentes ou, melhor dito, se equilibram com a inteligência; mais tarde, e sempre gradativamente, a inteligência domina os instintos.  Só então começa a séria responsabilidade. O Espírito fica num estado inconsciente durante numerosas encarnações; a luz da inteligência não se faz senão aos poucos e a responsabilidade real só começa quando o Espírito age livremente e com conhecimento de causa.  (RE)       (L = 25/28 E/C   -  43/46 (XIX  -  60/65 (XX)