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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

LIBERDADE, ORGULHO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 




 

Marta Nassif diz, mais ou menos o seguinte.   “Quando duas pessoas se casam e tem filhos, fica muito claro que elas estão assumindo compromissos com todos da família. Talvez, entre os filhos por exemplo – e mesmo entre marido e mulher – haja compromissos de vidas anteriores, que atualmente se renovam para que o casal e os filhos possam desempenhar bem o seu papel. Considerando, no entanto, que o casal se separe e cada um vai formar, depois, outras famílias, com outros filhos, como fica a situação espiritual deles?

 As nossas relações uns com os outros, mas  sobretudo as nossas relações no âmbito da família, sempre têm alguma razão de ser na trajetória espiritual de cada um  de nós, seja para nos reaproximarmos uns dos outros com o intuito de ajudar ou receber ajuda, seja para nos encontrarmos pela primeira vez. É claro que a família é um caso à parte nas relações humanas pelo que ela representa para a própria sociedade. É onde os corações se encontram, seja para resolverem problemas na escola da vida, seja para darem ou para receberem uns dos outros.

 Certas uniões podem ou não ter sido programadas na espiritualidade; mas, mesmo que não tenham sido, elas propiciam oportunidades de encontro ou reencontro, onde cada um vai se mostrar como realmente é, com suas virtudes e defeitos, para aprender e sobretudo para criar laços de afeto. Se diante de uma família, a problemática das relações já é difícil, com certeza o será bem mais ainda no caso de duas ou três famílias, aumentando a responsabilidade por prováveis fracassos nas relações familiares.

  Evidentemente, quando nossas relações familiares se ampliam, por conta de mais de uma união conjugal, as responsabilidades devem aumentar, principalmente se surgem novos Espíritos em nosso caminho, como filhos que poderiam não estar de início programados. Novos filhos e/ou novos parentes nem sempre estão na relação de nossos compromissos atuais, se bem que cada caso é um caso.

 De qualquer forma, na escalada evolutiva do Espírito, a convivência é um dos principais fatores de evolução. Se atraímos para o nosso convívio mais Espíritos, ampliando nossa rede de relações, principalmente se forem filhos, nosso campo de responsabilidade se amplia e pode gerar mais créditos ou mais débitos, dependendo de como soubermos administrar essa convivência.

 














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