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domingo, 27 de janeiro de 2013

Pensamento e Saúde (2/3)


Em 1974, foi lançado no Brasil o livro EXPERIÊNCIAS PSÍQUICAS ALÉM DA CORTINA DE FERRO (cultrix), publicado quatro anos antes, nos Estados Unidos da América do Norte, relatando as descobertas das jornalistas Sheila Ostrander e Lynn Schroeder, em visita autorizada a vários Centros Universitários de Pesquisa da URSS-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Temas segregados pelo véu do misticismo do lado Ocidental da Terra, lá, eram objeto de investigações dentro de metodologias que mostraram surpreendentes resultados. Experimentos que faziam antever uma revolucionária mudança em muitos conceitos vigentes haviam agitado a comunidade de cientistas daquela região do Planeta. Um deles, por exemplo, demonstrara que a distância de 640 quilômetros entre Moscou e Leningrado, não impedira a comunicação telepática entre dois homens, durante inúmeros testes realizados com eles. Evidenciava-se, assim, o acerto das ignoradas afirmações de Allan Kardec em vários de seus escritos sobre a transmissão do pensamento, a distâncias inimagináveis. Outro  a partir da descoberta pelo casal Valentina e Semion Kirlian, num palpite intuitivo, em 1939, da fotografia de alta frequência, popularizada, posteriormente, como fotografia Kirlian. As imagens obtidas, a princípio, revelaram uma espécie de luminescência ao redor de todos os corpos vivos, uma aura, depois definida como uma intensa e dinâmica irradiação, refletindo os sinais do estado interior dos organismos, no brilho, na opacidade e na cor dos clarões. Registraram imagens do desprendimento de energia das mãos de pessoas a quem se atribuía a possibilidade de curar outras. Concluíram mais tarde que doença, emoção, estado de espírito, pensamentos, cansaço, provocam uma impressão característica no padrão de energia que parece circular de contínuo pelo corpo humano.  Avançando nas observações, em 1968, três respeitados e renomados cientistas da Universidade do Cazaquistão, publicaram o resultado de seus trabalhos na obra A ESSÊNCIA BIOLÓGICA DO EFEITO KIRLIAN, afirmando que o corpo energético observado nas imagens obtidas, não é apenas formado por partículas, nem um sistema caótico. É por si mesmo, todo um organismo unificado. Todas as coisas vivas – plantas, animais e seres humanos -, possuem não só um corpo físico, constituído de átomos e moléculas, mas também um corpo energético equivalente, a que dão o nome de Corpo do Plasma Biológico, ou corpo bioplasmico. É polarizado e específico de cada organismo, de cada tecido e, possivelmente, de cada biomolécula, especificidade que determina a forma do organismo. O corpo etérico, ou corpo energético, e o corpo físico se interpenetram –  sendo o primeiro uma cópia do segundo. Por ocasião da morte emergimos simplesmente do nosso involucro de carne e continuamos a viver como corpo energético”. As jornalistas, viram ainda fotos  evidenciando que “embora se corte parte do corpo físico de um Ser vivo, o corpo bioplásmico subsiste, inteiro e claramente visível, num campo de alta frequência. Quando o corpo energético desaparece, a planta ou o animal morre, demonstrando uma relação rigorosa entre o corpo físico e o corpo energético”. Os pesquisadores perceberam ainda que, “ao que tudo indica, a respiração carrega o corpo bioplásmico, renova as reservas de energia vital e ajuda a regularizar os padrões energéticos perturbados”. Embora não se tenha maiores informações sobre a aceitação ou aprofundamento dessas conclusões pelos estudiosos do Mundo Ocidental, o fato é que todas elas, ratificam as informações consideradas por Allan Kardec no que se refere à força do pensamentotransfusão de energia e  existência do corpo perispiritual .OUÇA O PROGRAMA DESCOBRINDO A REVISTA ESPIRITA, CLICANDO O LINK AO LADO E CONHEÇA OS FATOS QUE MARCARAM OS PRIMEIROS ANOS DO ESPIRITISMO 

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