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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Sistemas de Segurança e Defesa no Plano Espiritual


Monitores de televisão e armas projetando descargas elétricas eram apenas sonhos dos visionários da ficção científica, contudo, descrições da realidade de dimensões vibratórias do Universo Paralelo que se confundem com a nossa, já citavam sua existência. Como no clássico MEMÓRIAS DE UM SUICIDA (feb),cuja psicografia, iniciada em 1926, na cidade de Lavras, (MG), por Yvonne Pereira, onde, no capítulo de abertura da segunda parte do livro, o Autor Espiritual escreve: “-No primeiro gabinete existiam estranhas baterias de aparelhos que pareciam ser telescópios possantes, maquinarias aperfeiçoadas, elevadas ao estado ideal, para sondagem a grandes distâncias, espécies de “Raio X” capazes de perquirir os abismos do Espaço Infinito, assim como do Mundo Invisível e da Terra. Outros, porém, desafiavam nossa compreensão de calouros do Mundo Espiritual. No segundo gabinete, telas luminosas, colossais, das quais as existentes nas enfermarias do Hospital pareciam graciosas miniaturas, indicavam haver necessidade, ali também, de retratarem-se acontecimentos e cenas ocorridos a imensuráveis distâncias, tornando-os presentes aos técnicos e observadores para tanto credenciados, a fim de serem devidamente estudados e examinados. Semelhantes aparelhos, cuja perfeição o homem ainda não concebe, não obstante já se achar em seu encalço, permitiria ao operador conhecer até os mínimos detalhes qualquer assunto, mesmo o desenvolvimento dos infusórios nos leitos abismais do Oceano, se necessário, bem assim a sequencia de uma existência humana que se precisasse conhecer ou as ações de um Espírito em atividade no Invisível, nas camadas inferiores ou durante missões penosas e excursões pertinentes aos serviços assistenciais”. Anos depois, ainda antes do advento da televisão e das armas eletromagnéticas, através de Chico Xavier, o Espírito André Luiz citaria barreiras magnéticas de defesa, canhões eletrônicos, lança-choques, petardos magnéticos, redes luminosas de defesa, raios desintegrantes ,entre outros, em seus relatos sobre a realidade que encontrou após a morte. Na obra OS MENSAGEIROS (feb,1944), capítulo 20, a certo trecho comenta: “E as armas? Identificava-lhes a presença na maquinaria instalada ao longo dos muros, copiando pequenos canhões conhecidos na Terra”. Mais à frente, pergunta a seu cicerone: “-Mas, e as armas? – perguntei – acaso são utilizadas?, ouvindo: “- Como não? Não temos balas de aço, mas temos projetis elétricos. Naturalmente, a ninguém atacaremos. Nossa tarefa é de socorro e não de extermínio”. Indagando sobre seus efeitos, ouve que poderiam causar a impressão da morte, naturalmente para aqueles Espíritos desencarnados que ainda se agarram às impressões físicas. No capítulo quatro d’ OBREIROS DA VIDA ETERNA (feb,1946), conta: “- Em dado momento, ouvimos explosões ensurdecedoras. Quase no mesmo instante, certo auxiliar penetrou o recinto e comunicou: “-Atacam-nos com petardos magnéticos”. A diretora resoluta ouviu serena, e determinou: “-Emitam raios de choque fulminante, assestando baterias. As farpas elétricas, deviam ser atiradas em silêncio, porque as explosões diminuiriam até à extinção total, percebendo-se que a horda invasora se desviara noutro rumo, pelo ruído a perder-se distante”. No capítulo oito: “-Os adversários gratuitos de nossa atuação não se limitaram ao vozerio perturbador. Bolas de substância negra começaram a cair, ao nosso lado, partindo de vários pontos do abismo de dor. –As redes! – exclamou Zenóbia, dirigindo-se a alguns colaboradoresestendam as redes de defesa, isolando-nos o agrupamento. As determinações foram cumpridas rapidamente. Redes luminosas desdobraram-se à nossa frente, material esse especializado para o momento, em vista da sua elevada potência magnética, porque as bolas e setas, que nos eram atiradas, detinham-se aí, paralisadas por misteriosa força. Mas o mais impressionante, encontramos no AÇÃO E REAÇÃO (feb,1957), capítulo 3: “- Atravessamos vastíssimos corredores e largos salões, em sentido ascendente, até que começamos a subir de maneira direta. O local conhecido por Agulha de Vigilância era uma torre, provida de escadaria helicoidal, algumas dezenas de metros acima do grande e complicado edifício. No topo, descansamos em pequeno gabinete, em cujo recinto interessantes aparelhos nos facultaram a contemplação da paisagem exterior. Assemelhavam-se a telescópios diminutos, que funcionavam como lançadores de raios que eliminavam o nevoeiro, permitindo-nos exata noção do ambiente constrangedor que nos cercava, povoado de criaturas agressivas e exóticas, que fugiam, espavoridas, ante vasto grupo de entidades que manobravam curiosas máquinas à guisa de canhonetes”. Indagando sobre tais equipamentos, ouviu: “- Podemos defini-las como canhões de bombardeio eletrônico. As descargas sobre nós são cuidadosamente estudadas, a fim de que não nos atinjam sem erro na velocidade de arremesso”.      CONHEÇA A SÉRIE INFORMAÇÃO ESPÍRITA CLICANDO OS LINKS ABAIXO INDICADOS. UM JEITO DIFERENTE DE CONHECER A VISÃO DO ESPIRITISMO SOBRE QUESTÕES PALPITANTES.

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