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quarta-feira, 29 de abril de 2026

EMMANUEL E OS CICLOS EVOLUTIVOS; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 A Terra, em sua constituição física propriamente considerada, tem grandes períodos de atividade e de repouso.

Cada período de atividade e cada período de repouso da matéria planetária, pode ser calculado, cada um, em 260.000 mil anos. Atravessando o período de repouso da matéria terrestre, a vida se reorganiza, enxameando de novo nos vários departamentos do Planeta, representando, assim, novos caminhos para a evolução das almas.

Assim sendo, os grandes instrutores da Humanidade, nos planos superiores, consideram que,
desses 260.000 anos de atividade, 60 a 64 mil são empregados na reorganização dos pródomos da vida organizada. Logo em seguida surge o desenvolvimento das grandes raças que, como grandes quadros, enfeixam assuntos e serviços que dizem respeito à evolução do espírito domiciliado na Terra.

Assim, depois desses 60 a 64 mil anos de reorganização de nossa Casa Planetária temos sempre grandes transformações de 28 em 28 mil anos. Depois do período dos 64 mil anos, tivemos duas raças na Terra cujos traços se perderam por causa de seu primitivismo. Logo em seguida podemos considerar a grande raça Lemuriana como portadora de uma inteligência algo mais avançada, detentora de valores mais altos, nos domínios do espírito. Após a raça Lemuriana - em seguida aos 28.000 anos de trabalho lemuriano propriamente considerado - chegamos ao grande período da raça Atlântida, com outros 28.000 anos de grandes trabalhos, no qual a inteligência do mundo se elevou de maneira considerável.

Achamo-nos, agora, nos últimos períodos da grande raça Ariana.

Podemos considerar essas raças como grandes ciclos de serviços em que somos chamados de mil modos diferentes, em cada ano de nossa permanência na crosta do planeta ou fora dela, ao aperfeiçoamento espiritual, que é o objetivo de nossas lutas, de nossos problemas, de nossas grandes questões, na esfera de relações, uns para com os outros.

EM BUSCA DA VERDADE COM O 

PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES 

Eu nunca tinha visto uma pessoa falecer, mas quando assisti os últimos momentos do meu tio, estremeci. Se é assim que as pessoas morrem, elas devem sofrer muito pra morrer.

Sobre os últimos momentos de uma pessoa, devemos considerar o seguinte: uma coisa é morte do corpo, outra o desprendimento do espírito.

Esses dois fenômenos não se dão precisamente no mesmo instante. Há situações em que a desencarnação tem início bem antes da morte como, por exemplo, nos casos de doença prolongada.

Mas pode acontecer o contrário, se o Espírito insiste em não desencarnar. Nesses casos é possível que o espírito permaneça precariamente ligado ao corpo, mesmo quando se deu a morte clínica.

  Mas a questão mais importante é esta: como era em vida a pessoa está desencarnando? Que tipo de vida levava? Que tipo de relações tinha com a família ou com os estranhos?

A condição moral da pessoa, portanto, é muito importante para a situação que vai se configurar no momento de seu desencarne.

Mesmo assim, no livro OBREIROS DA VIDA ETERNA, André Luiz, ao relatar o desencarne de Dimas, um homem bom, em certo momento volta-se para o cadáver de Dimas para acompanhar os últimos instantes da vida biológica.

E, quando Dimas já está desencarnado, no colo de sua mãe também desencarnada, conversando com ela, seu corpo ainda está lutando para sobreviver, porque sobreviver é lei da natureza.

A vantagem é que Dimas, espírita, não estava preocupado com o corpo, pois se desligara definitiva e mentalmente dele, razão pela qual a luta do corpo para sobreviver nele não tinha nenhuma repercussão.

  Desse modo, caro ouvinte, nem sempre é possível saber da condição do espírito com base apenas nas reações tormentosas que o corpo experimenta nos momentos de agonia.

Se você quiser mais detalhes sobre essa situação, leia com atenção o capítulo 15 de OBREIROS DA VIDA ETERNA, intitulado “Aprendendo sempre”. 

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