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sábado, 10 de junho de 2023

A PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS E O ESPIRITISMO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 Num tempo em que a Astronomia começava a ampliar sua visão contida por quase dois milênios pelas ingerências religiosas, Allan Kardec busca colher informações dos Espíritos que o auxiliaram a compor a base da proposta espírita sobre a vida em outros mundos da imensidão do Universo. Seu intento foi satisfeito e não só as respostas foram originais como depoimentos importantes vieram se agregar a ela. Tal fato torna-se relevante na medida em que nas ultimas décadas a Teoria das Supercordas formulada pela Física Quântica vem se aprofundando nas cogitações e proposições dos Universos Paralelos que, entre outras coisas, abre caminho para se considerar a vida material em outras formas de vida humana, não percebidas pelos limitados sensores do nosso sentido da visão, os olhos. Vejamos alguns dos dados apurados nas pesquisas mediúnicas da Sociedade Espírita de Paris: 1- N’ O LIVRO DOS ESPÍRITOS: Todos os Globos que circulam no espaço são habitados? -Sim, e o homem terreno está bem longe de ser, como acredita, o primeiro em inteligência, bondade e perfeição. (LE,55) A constituição física dos mundos não sendo a mesma para todos, os seres que os habitam terão organização diferente? -Sem dúvida, como entre vós os peixes são feitos para viver na água e os pássaros, no ar (LE,57) “As condições de existência dos seres nos diferentes mundos devem ser apropriadas ao meio em que tem de viver. Se nunca tivéssemos visto peixes não compreenderíamos como alguns seres pudessem viver na água”. (nota/q 58). 2- Na REVISTA ESPÍRITA - CASOS DE ESPÍRITOS DE OUTROS PLANETAS - MARÇO 1859 : Humboldt- “Havia numerosos candidatos a esta obra - Humboldt passou para a História pela sua contribuição no mapeamento climático da Terra - / ela (existência anterior) se passou num mundo superior longe e muito diferente de nossa Terra, não podendo ser visto porque não é luminoso e não reflete a luz dos sóis que o rodeiam, com uma numa relação de cem para um em relação à Terra”. No mesmo ano, Allan Kardec reproduz interessante mate´ria com o médium Victorien Sardou que relata seus contatos com o Espírito do oleiro Bernard Palissy descrevendo detalhes da vida no Planeta Jupiter, certamente numa das múltiplas dimensões de vida naquele Orbe. MARÇO 1867: - “Logo depois da libertação o Espírito Lumen transportou-se com a velocidade do pensamento para o grupo de Mundos componentes do sistema da estrela designada em Astronomia sob o nome de Capela ou Cabra”. Em entrevista reproduzida no ANUÁRIO ESPÍRITA 64 (Ide,1964), o Espírito André Luiz esclarece: -““Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em encarnações de exercício evolutivo com frequência, de vez que muitos Espíritos superiores se reencarnam no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da Humanidade e criaturas inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos de exílio das elevadas comunidades a que pertencem, pela cultura e pelo sentimento, porquanto, a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto em outros domicílios do Universo”. Anos depois, o médium Chico Xavier, contaria que “quando iniciei a psicografia dos livro de André Luiz, passei a reconhecer que a matéria se caracterizava por diferentes gradações e compreendi que, em torno de paisagens cósmicas, sejam elas quais sejam, podem existir cidades e vida comunitária, em condições que nos escapam, por enquanto, ao conhecimento condicionado de Espíritos temporariamente encarnados na existência física”. (9/76)



Eu gostaria de entender, mas não entendo, como conciliar a ideia de Deus e do Diabo, como duas forças contrárias que agem sobre o homem. É Deus que castiga o homem por causa dos pecados que ele comete ou é o Diabo que castiga? Se é Deus que castiga, ele não pode ser bom, porque Deus não pode fazer o mal. E se é o Diabo que castiga, é porque ele está fazendo a vontade de Deus, castigando aqueles que desobedecem suas leis e, portanto, o diabo não pode ser mal. Logo, eu vejo uma contradição nessas duas ideias e gostaria que vocês me explicassem. (Anônimo)


Temos falado várias vezes sobre esse tema, que continua sendo muito presente e oportuno, caro ouvinte. Quando uma pessoa, que diz crer em Deus, também aceita a existência do diabo, na verdade, ela está mostrando que não acredita num Deus único e absoluto e perfeito. Quando concebemos Deus como todo poder e perfeição, automaticamente excluímos qualquer outro poder do mundo. Se Deus é onipotente, como imaginamos ser, todo poder provém dele e, portanto, não pode existir outro, ficando descartada, portanto, a figura do demônio ou qualquer outra que se coloca como opositor de Deus.


Ora, se Deus tem um opositor, então Ele não age sozinho no universo, não tem o poder e o comando absoluto de tudo e, portanto, não pode ser aquele Deus todo-poderoso de que todos falam. Na verdade, a figura do demônio é uma herança cultural herdada pelo povo judeu dos persas, por quem foi dominado durante muito tempo. Foram os persas que introduziram a idéia de que o mundo era governado por dois deuses, um do bem e outro do mal. O primeiro só fazia coisas boas e o segundo, apenas coisas más.






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