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sábado, 21 de fevereiro de 2026

NEM TUDO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 - “Todas as tribulações da vida foram previstas e escolhidas por nós? – constitui-se numa dúvida comum àqueles que começam a raciocinar com base nas informações oferecidas pela visão do Espiritismo sobre A LEI DE CAUSA E EFEITO, resumida no Código Penal da Vida Futura apresentado no capítulo 7 do livro O CÉU E O INFERNO - a Justiça Divina segundo o Espiritismo. Nas revelações feitas a Allan Kardec e constantes n’ O LIVRO DOS ESPÍRITOS, as Entidade Superiores disseram que “só os grandes acontecimentos, que influem no destino, estão previstos, nascendo os detalhes das circunstâncias e da força das coisas”. Família de origem,  família organizada, formação, encaminhamento profissional, doenças, limitações físicas, intelectuais ou mentais, certamente estão entre elas. As circunstâncias da vida nos encaminham sempre ao meio em que possamos sofrer as provas que nos reabilitem perante nossa própria consciência, a qual reflete não apenas as Leis de Deus nela inscritas como também nossa condição evolutiva. Para lutar contra o instinto do bandido que, eventualmente, habite em nós, é preciso que nos encontremos entre gente dessa espécie. Para uns, impõem-se uma vida de misérias e provações para tentar suportá-la com coragem; outros devem experimentar as tentações da fortuna e do poder, bem mais perigosas, pelo abuso e o mau emprego que se lhes pode dar e pelas paixões que desenvolvem; outros, enfim, querem ser provados nas lutas que terão de sustentar no contato com o vício. Sobre aqueles que, em meio às dificuldades da vida, afirmam que, se pudessem escolher a sua existência, teriam pedido a dos príncipes ou milionários, Allan Kardec diz “serem como os míopes que não veem o que tocam, ou como as crianças gulosas, que respondem, quando perguntamos que profissão preferem: confeiteiros ou pasteleiros”. Explicando-se melhor, ele diz: -“Da mesma maneira, o viajante, no fundo de um vale nevoento, não vê a extensão nem os pontos extremos da sua rota; mas, chegando ao cume da montanha, seu olhar abrange o caminho percorrido e o que falta a percorrer, vê o final de sua viagem, os obstáculos que ainda tem de vencer, e pode então escolher com mais segurança os meios de o atingir. O Espírito encarnado é como o viajante no fundo do vale; desembaraçado dos liames terrestres, é como o que atingiu o cume. Para o viajante, o fim é o repouso após a fadiga; para o Espírito é a felicidade suprema, após as tribulações e as provas”. Acrescenta que temos um exemplo disso na vida corpórea. Não buscamos muitas vezes, através dos anos, a carreira que livremente acabamos por escolher, porque a achamos a mais apropriada aos nossos objetivos? Se fracassamos numa, procuramos outra. Cada carreira que abraçamos é uma fase, um período da vida. Não empregamos cada dia em escolher o que faremos no outro? Ora, o que são as diferentes existências corpóreas para o Espírito, senão fases, períodos, dias da sua vida espírita que, como sabemos, é a vida normal, não sendo a vida corpórea mais do que transitória, passageira?”. Em meio às informações oferecidas pela Espiritualidade, uma que talvez nos ajude a entender tanta violência gratuita na sociedade humana é a de que Espíritos procedentes de povos mais atrasados como os canibais, ou procedentes de um mundo inferior à Terra, podem nascer entre os povos ditos civilizados. Por terem hábitos e instintos que se chocam com os daqueles em meio aos quais ressurgem, os faz dar o triste espetáculo da ferocidade em meio da civilização. Retornando, eventualmente, para o meio dos canibais, não estarão retrocedendo, mas retomando seu lugar, e talvez com mais proveito.  Da mesma forma, um homem pertencente a uma raça civilizada pode, por expiação, reencarna-se numa raça selvagem, dependendo do gênero da expiação de que se faz necessitado. Um senhor que tenha sido duro para os seus escravos poderá tornar-se escravo e sofrer os maus tratos que infringiu a outros. Aquele que mandou numa época, pode, em outra existência, obedecer aos que se curvaram ante a sua vontade. É uma expiação, se ele abusou do poder, e Deus pode determina-la. Pode ainda ocorrer de um bom Espírito, escolher uma vida de influência entre esses povos, para os fazer avançar, o que seria uma missão. Pelas explicações dos Espíritos responsáveis pela Codificação da Doutrina Espírita, a questão da escolha funciona da seguinte forma: - “A Providência Divina supre a inexperiência daqueles que se encontram no início do processo evolutivo, simples e ignorante, traçando-lhe o caminho que deve seguir, como fazemos com uma criança desde o berço. Mas deixa-lhe pouco a pouco a liberdade de escolher, à medida que seu livre-arbítrio se desenvolve”.

EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

Na vida e nas histórias bíblicas, falamos normalmente de religião, de pecadores, de salvação. Mas não damos atenção a uma condição humana que foge à regra, os doentes e os deficientes mentais. Por que Deus criaria pessoas marcadas por esses problemas e que sofrem igualmente ou mais que todo mundo, vivendo esta vida atribulada da Terra? Que lugar eles ocupam? Por que eles estão aqui, sofrendo preconceito e sofrendo mais do que os outros? Como podemos situar essa incongruência diante da justiça de Deus?

Se acreditamos  que  existe uma só vida para cada um de nós neste mundo, essas condições de deficiência e doença mentais chegam a ser revoltantes.

As estatísticas apontam para uma taxa de 1,5 a 2% de portadores de deficiência e de cerca de 14% de pessoas com doenças mentais – números muitos expressivos na população mundial.

Ao atribuirmos a Deus a causa desses problemas, não podemos entende-Lo da forma como Jesus O via, como um Pai bom e misericordioso.

Não é possível que Deus tenha criado alguns para sofrerem limitações desde o berço, outros para sofrerem de doenças mentais, e outros ainda para serem saudáveis e gozarem de uma vida relatividade feliz.

Só a reencarnação pode explicar a Justiça Divina e nos mostrar que as diferenças entre nós- hoje mais de 8 bilhões de pessoas no mundo - não é obra de Deus.

Mas, como não? Tudo depende de Deus... Claro, tudo depende de Deus, mas acontece que Deus não criou uma obra perfeita: tudo no universo está por se fazer... Até mesmo o universo.

É justamente aí que está a grandeza da criação. Deus criou os Espíritos simples e ignorantes para que cada um tivesse o mérito de se fazer a si mesmo.

Se Deus nos criasse prontos, não teríamos o que fazer para nos auto-realizar. Nesse caso, Ele seria a causa de nossos defeitos e dos males que fazemos, e não nós.

No entanto, Deus, na sua Infinita Sabedoria, criou seres para se realizarem a si próprios e com isso conquistarem a felicidade pelos seus próprios méritos.


 

sábado, 14 de fevereiro de 2026

NINGUEM FOGE DE SI MESMO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

Falando sobre diferentes estados da alma no Mundo Espiritual no comentário com que abre o capítulo três d’ O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Allan Kardec explica que “as diferentes moradas na casa do Pai referidas por Jesus são os mundos que circulam no espaço infinito, oferecendo aos Espíritos desencarnados estações apropriadas ao seu adiantamento”. Salienta, contudo, que “independente da diversidade dos mundos, essas palavras podem também ser interpretadas pelo estado feliz ou infeliz dos Espíritos no Mundo Espiritual. Conforme for ele mais ou menos puro e liberto das atrações materiais, o meio em que estiver o aspecto das coisas, as sensações que experimentar as percepções que possuir tudo isso varia ao infinito. Enquanto uns, por exemplo, não podem afastar-se do meio em que viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundo(...). Essas também são, portanto, diferentes moradas, embora não localizadas nem circunscritas”. Apesar de essas ponderações terem sido escritas há mais de cento e cinquenta anos, de certa maneira, vem sendo cogitadas atualmente por estudiosos da Física Quântica através dos Universos Paralelos propostos pela Teoria da Supercordas, chegando a afirmar que “mesmo que as dimensões ocultas do espaço sejam imperceptíveis, são elas que determinam a realidade física em que vivemos”. O Espiritismo, por sinal demonstra através de milhares de depoimentos e exemplos que para essa realidade voltaremos, pois dela viemos. Tantas vezes quanto for necessário para atingirmos melhores níveis de evolução espiritual. Tudo isso pela lentidão com que trabalhamos conscientemente para nos livrarmos dos “efeitos” daquilo que “causamos” nas ações deliberadamente assumidas, intencionalmente ou não. E na saída constataremos que “cada qual, como acontece no nascimento, tem a sua porta adequada para ausentar-se do Plano Físico”, como explica o Espírito Abel Gomes, em mensagem psicografada pelo médium Chico Xavier, inserida no livro FALANDO Á TERRA (feb,1951). Segundo ele, “as inteligências no Plano Espiritual se agrupam segundo os impositivos da afinidade, vale dizer, consoante a onda mental, ou frequência vibratória, em que se encontram”. Em outras palavras, “cada tipo de mente vive na dimensão com que se harmonize”, em “organizações que obedecem à densidade mental dos seres que as compõem”. Ilustrando seu texto com alguns exemplos, conta num deles que “algumas entidades presas ao remorso por delitos praticados, improvisam, elas mesmas, com as faculdades criadoras da imaginação, os instrumentos de castigo, dos quais se sentem merecedoras, com antigo sertanejo do interior de Minas Gerais, que impunha serviço sacrificial aos seus empregados de campo, mais por ambição de lucro fácil na exploração intensiva da terra que por amor ao trabalho, deixou recheados cofres aos filhos e netos; mas, transportado à esfera imediata e ouvindo grande número de vozes que o acusavam, tomou-se de tão grande arrependimento e de tão viva compunção, que plasmou, ele mesmo, uma enxada gigantesca, agrilhoando-a às próprias mãos, com a qual atravessou longos anos de serviço, em comunhão com Espíritos primitivos da Natureza, punindo-se e aprendendo o preço do abuso na autoridade”. Outro envolve “orgulhosa dama, que conheceu pessoalmente e a quem humilde e nobre família deve a morte de nobre mulher, vitimada pela calunia, em desencarnando e conhecendo a extensão do mal que causara, adquiriu para si o suplício da vítima, por intermédio do remorso profundo em que se mergulhou, estacionando por mais de dois lustros em sofrimento indescritível”. Lembra o caso de “velho conhecido que assassinou certo companheiro de luta, em deplorável momento de insânia, e, não obstante ver-se livre da justiça humana, que o restituiu à liberdade, experimentou longo martírio da consciência dilacerada, entregando-se, por mais de quatro decênios, à caridade com trabalho ativo para bem do próximo. Com semelhante procedimento, granjeou a admiração e o carinho de vários Benfeitores da Espiritualidade Superior, que o acolheram, solícitos, quando afastado da experiência física, situando-o em lugar respeitável, a fim de que pudesse prosseguir na obra retificadora. Pelos fios da amizade e da colaboração que soube tecer, em volta do coração, para solucionar o seu caso, conseguiu recursos para ir no encalço da vítima, que a insubmissão havia desterrado para fundo despenhadeiro de trevas e animalidade. Não se fez dela reconhecido, de pronto, de modo a lhe não perturbar os sentimentos, auxiliando-a a assumir posição de simpatia necessária à receptividade dos benefícios de que era portador; e, após lutar intensivamente pela sua transformação moral, em favor do necessário alçamento, voltará às lides da carne, a fim de recebê-la nos braços”. Enfim, como vemos, no caminho do progresso espiritual, os efeitos correm sempre atrás das causas.

EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

Acho deprimentes essas encenações da paixão e morte de Jesus, sempre  apresentadas com muito realismo por grupos de teatro e pelo cinema, quase sempre atraindo grande público. Eu pergunto: que mãe ou que pai suportaria ver retratado todos os anos o martírio de seus filhos?

Veja a que ponto chega a fé, quando não está aliada à razão. Esse estranho comportamento dos fiéis se deve ao fato de que há séculos a religião estabeleceu como dogma a ideia de que Deus precisou enviar seu filho Jesus à Terra para salvar o homem da perdição, já que ele, o homem, não podia ele mesmo salvar-se a si próprio.

Segundo essa crença, o homem já nasce marcado pelo pecado original derivado do erro de Adão e Eva, e disso decorreu essa submissão de Jesus ao extremo sacrifício, respondendo assim pelos pecados da humanidade. Por isso Jesus é chamado de redentor ou salvador.

Mas para que essa concepção pudesse se consolidar na consciência dos fiéis, era preciso repetir indefinidamente a trajetória da cruz, para que eles não se esquecessem que Jesus sofreu por eles e que por isso deveriam cultivar na sua consciência um sentimento de culpa.

É claro que a concepção espírita a respeito de Jesus nada tem a ver com pecado ou redenção humana. Para a doutrina Jesus é um Espírito puro, que encarnou na Terra para trazer a maior lição moral que a humanidade já conheceu, a do amor ao próximo que redunda na vivência e na prática do bem.

Jesus não sofreu para nos redimir dos pecados. No entanto, sua vida, martírio e morte demonstraram o quanto nós, humanidade, estávamos e ainda estamos atrasados em desenvolvimento espiritual e, por outo lado,  o quanto podemos aprender com seu exemplo de vida.

Para a doutrina Jesus foi o maior mestre da História, que viveu o que ensinou, mas que não obrigou ninguém a segui-lo; apenas recomendou que nos amássemos uns aos outros para alcançarmos a felicidade.

Por isso, devemos reverenciar Jesus vivo, rememorar seus ensinamentos, seguir seu exemplo, e tomá-lo como modelo e guia para a nossa vida. Seu martírio e morte apenas demonstram o nosso atraso moral que, em todo momento da História, perseguiu e sacrificou aqueles que ousaram defender o bem e da verdade.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

ENTENDENDO A TURBULENTA CONVULSÃO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

Se tentarmos conversar com uma criança de cinco anos sobre a Teoria da Relatividade será que obteremos sucesso?  Se nos dirigirmos a um dos habitantes das diversas comunidades rurais da Papua-Nova Guiné para ouvi-lo sobre planejamento estratégico haveria reciprocidade? Se falássemos para um intolerante radical religioso que há inúmeras evidências confirmando a realidade da reencarnação, teríamos chance de prolongar o entendimento? Uma breve reflexão sobre tais questões resultariam numa óbvia resposta: não! As imagens se associadas a outra criada pelo Espírito Emmanuel através do médium Chico Xavier na mensagem O GRANDE EDUCANDÁRIO no livro ROTEIRO (feb,1952) sobre a Terra ser uma das muitas escolas dedicadas à evolução espiritual abrigando “mais de vinte bilhões de almas conscientes desencarnadas”, permitem-nos entender o que acontece neste momento do Planeta em que vivemos. Na segunda mensagem selecionada por Allan Kardec para compor as Instruções dos Espíritos do Capítulo 3 – Há Muitas Moradas Na Casa de Meu Pai, d’ O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Santo Agostinho traça um perfil dos Mundos de Expiação e de Provas entre os quais se insere ainda a Terra.  Diz, entre outras coisas, que “a superioridade da inteligência, num grande número de seus habitantes, indica que ela não é um mundo primitivo, destinado à encarnação de Espíritos ainda mal saídos das mãos do Criador. Suas qualidades inatas são a prova de que já viveram e realizarem certo progresso, mas também os numerosos vícios a que se inclinam são o indício de uma grande imperfeição moral”, estando neste mundo como estrangeiros para expiarem suas faltas através de um trabalho penoso e das misérias da vida, até que se façam merecedores de passar para um mundo feliz”, tendo “vivido em outros mundos, dos quais foram excluídos por sua obstinação no mal, que os tornava causa de perturbação para os bons”. Salienta, porém, que “não são todos os Espíritos encarnados na Terra que se encontram em expiação. As raças que chamais selvagens, constituem-se de Espíritos apenas saídos da infância, e que estão, por assim dizer, educando-se e desenvolvendo-se ao contato de Espíritos mais avançados”. Acrescenta que “vem a seguir as raças semicivilizadas, formadas por esses mesmos Espíritos em progresso, sendo de algum modo, as raças indígenas da Terra, que se desenvolveram pouco a pouco, através de longos períodos seculares, conseguindo algumas atingir a perfeição intelectual dos povos mais esclarecidos”. São Luiz na resposta à última pergunta d’ O LIVRO DOS ESPÍRITOS, revela que o momento da “transformação predita para a Humanidade terrena” havia chegado, resultando não só “na remoção dos Espíritos maus mas também dos que tendem a deter a marcha das coisas”. Isto sugere a atuação de um comando a operar essas ações. Nos versículos 3 e 10 do Capítulo 1 do EVANGELHO de João, apresentado Jesus diz “todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” e “estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu”, sugerindo não ser ele apenas mais que o Mestre reconhecido por todos os que estudam sua história. Obras mediúnicas recebidas por Chico Xavier como A CAMINHO DA LUZ de Emmanuel e, BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO assinada por Irmão X, revelam aspectos de planejamentos tecidos na Espiritualidade para encaminhar a evolução dos habitantes da Terra. Especialmente o segundo, prende-se à nova fase ou Ciclo – estimado recentemente pela ciência como de 2160 anos - em que iria começar entrar o planeta nos séculos seguintes. Para se ter uma ideia de como funcionam as coisas nos bastidores da evolução, em interessante questionamento sobre o fenômeno Joana D’Arc, a aldeã de Orleans, na França, que transformou-se em líder militar na vitória francesa sobre a ambição inglesa no século XIV, Chico Xavier explicou que “naquela época, os Espíritos encarregados da evolução do Planeta estavam selecionando os gens que viriam a servir na formação do corpo da plêiade de entidades nobres que reencarnariam para ampliar o desenvolvimento geral da Terra, através do chamado Iluminismo francês. Era preciso cuidado para que os corpos pudessem suportar a dinâmica das inteligências que surgiriam. Se a França fosse invadida, perder-se-ia o trabalho de muitos séculos. Então Joana D’Arc foi convocada para que impedisse a invasão, a fim de que se preservassem as sementes genitais, para a formação de instrumentalidade destinada aos gênios da cultura e do progresso que renasceriam na França, especialmente em se tratando da França do século XIX que preparou, no mundo, a organização da era tecnológica que estamos vivendo no século XXI.


EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

Se Deus é bom e perfeito, se Ele conhece o presente, o passado e o futuro, Ele também sabe qual é o destino de cada um de nós, desde que nos criou.  Por que temos que rezar e praticar boas ações, então, se tudo já está definido desde o princípio?

A pergunta tem lógica. Mas devemos ir um pouco mais fundo. Partindo do princípio de que Deus nos criou para o bem, podemos concluir que todos nós, absolutamente todos, estamos caminhando para essa finalidade suprema.

Todavia, embora visando apenas e tão somente o nosso bem – que acontecerá mais cedo ou mais tarde, porque essa é a sua vontade – Deus não nos criou perfeitos.

Pelo contrário, Ele nos criou para a perfeição, mas não nos fez perfeitos. A perfeição seria alcançada por nós e dependeria do nosso próprio esforço.

Essa parte Deus não fez. Ou seja, Ele deixou que cada um de nós construísse sua própria perfeição, até porque, se nos fizesse perfeitos, nós não teríamos nada a fazer e, portanto, não reuniria nenhum mérito.

Fazendo-nos imperfeitos, abriu para nós o caminho da liberdade. É o que chamamos de livre-arbítrio. O livre-arbítrio nos permite agir por nossa própria vontade, mas, ao mesmo tempo, implica na responsabilidade pelos nossos atos.

O plano de Deus é tão perfeito em relação a nós, seres inteligentes do universo, que nos deixou as condições para que abríssemos o próprio caminho rumo à perfeição.

Tudo no mundo caminha para a perfeição. Nós também, mas caminhamos com nossos próprios pés, pois a perfeição é uma conquista e não uma dádiva.

Conquistando a própria perfeição, estaremos de alguma forma participando da obra de Deus. Por isso, André Luiz, muito apropriadamente, nos chama de cocriadores.

Logo, não é difícil concluir que cada um de nós perfaz uma trajetória no longo caminho da perfeição, vivendo e aprendendo, de tal forma que, queiramos ou não, caminharemos em direção ao destino glorioso que Deus reservou para cada um de nós.

Desse modo, a criação é um ato de amor, posto que todos dela derivamos, caminhando em direção à nossa plena realização espiritual.

Ao orar e praticar o bem estamos impulsionando o nosso crescimento e participando com responsabilidade do grande ato da criação que está acontecendo em todo o momento.

 

O Pai – que conhece o presente, o passado e o futuro – por ser bom e misericordioso, no dizer de Jesus, jamais criaria um só de seu filho para a perdição, de modo que, assim como todos Dele vieram, assim para Ele todos voltarão.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

CHICO XAVIER E AS MENSAGENS EM OUTROS IDIOMAS; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 Allan Kardec, desenvolvendo uma classificação inicial da variedade dos médiuns escreventes no excelente compêndio intitulado O LIVRO DOS MÉDIUNS, chamou de médium poliglota, “o que tem a faculdade de falar ou escrever em línguas que não conhecem”, acrescentando, contudo, serem “muito raros”. Uma dentre as hipóteses alinhadas na referida compilação é que o fenômeno só seria possível pela existência, no inconsciente da individualidade de registros arquivados em encarnações em que se serviu desse idioma para se expressar e comunicar na região, raça ou pátria em que renascera. Chico Xavier, entre as múltiplas formas em que sua mediunidade foi utilizada foi para a recepção de mensagens, está a em outros idiomas. Vários, em sua longa jornada a serviço dos Espíritos. Sabe-se que Chico não teve formação além do antigo primário, tendo repetido duas vezes a quarta série, O primeiro a fazer referências a esse tipo de mensagem foi o repórter Clementino de Alencar, enviado especial do jornal O Globo, para investigar Chico Xavier, a origem dos escritos pós-morte do escritor Humberto de Campos e dos vários poetas do PARNASO DE ALEM TÚMULO. Surpreso com o que encontrou - um jovem humilde, pobre, cultura incipiente -, permaneceu em Pedro Leopoldo, MG, por dois meses testando o objeto de sua pesquisa, obtendo da Espiritualidade inúmeras demonstrações de sua ação junto ao médium. Um dos fatos que o surpreendeu foram relatos que davam conta da recepção por ele de mensagens em inglês e italiano, cujo aprendizado, à época, somente era acessível nos grandes centros. E Chico, pelos rudes labores e carga de trabalho remunerado na venda do “seu” Zé Felizardo, não permitiam tais “luxos”. Numa de suas matérias, de doze de maio de 1935 – Chico contava 25 anos de idade -, Alencar faz referências a algumas dirigidas em inglês ao doutor Romulo Joviano. Formara-se ele em Zootecnia pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, sendo seu autor Alexander Seggie, colega de estudos e amigo íntimo durante os anos de formação, desencarnado na França, durante a Primeira Guerra Mundial. Nas referidas páginas, Alexander, cuja existência o jovem médium ignorava, referia-se ao amigo, num trocadilho, “Jove”,alusão ao sobrenome Joviano. Ainda no texto enviado ao diário carioca, o repórter reproduz mensagem recebida na reunião de 23 de novembro de 1933, assinada por Emmanuel escrita em ingles com as letras enfileiradas ao inverso. Ao reescrevê-la no sentido correto, o destinatário, profundo conhecedor do inglês, identificou um erro na colocação de um artigo e um pronome. Resolve, em inglês, interpelar Emmanuel, recebendo dele extensa resposta no mesmo idioma, entre outras coisas desculpando-se pelos erros cometidos, dizendo-se, apenas um aluno inábil e não um mestre na utilização da língua. Alencar inclui ainda uma mensagem em italiano, grafada da mesma maneira curiosa que a precedente. Objetivando testar se por trás daquele jovem ingênuo havia algo mais, quando solicitado a encerrar aqueles dois meses de experiência, formulou quatro perguntas em inglês, a última das quais mentalmente, obtendo dezoito linhas de resposta a esta, também em inglês. Mais ou menos na mesma época, o médium psicografou mensagem em inglês ao Consul da Inglaterra, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Senhor Harold Walter. Anos depois, presente à solenidade levada a efeito no Teatro Municipal de São Paulo, Chico psicografaria perante numeroso público, entre outras, uma mensagem/ saudação de Emmanuel aos presentes, em inglês, escrita de trás para frente, a chamada especular, somente possível de ser lida diante de um espelho.  Testemunha de muitos desses momentos, o doutor Rômulo Joviano, contou ao amigo Clóvis Tavares que, por força do trabalho, “em visita, certa vez, a uma fazenda do Doutor Louis Ensch, engenheiro luxemburguês, fundador da Usina de Monlevade da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, em Monlevade, MG, Chico recebeu mensagem, endereçada ao mesmo, em idioma luxemburguês. Maravilhado, o destinatário declarou que as páginas foram escritas no melhor estilo da língua nacional de sua pátria, o Grão Ducado de Luxemburgo”. Noutra ocasião, em visita a uma parenta sua residente em Barbacena, MG, a escritora Maria Lacerda de Moura, assistindo uma reunião de estudos orientalistas, após esta ter escrito no quadro-negro algumas palavras em português, possivelmente um “mantra”, para meditação dos presentes, “Chico recebe, através da psicofonia sonambúlica, uma mensagem em idioma hindu, havendo a entidade comunicante, conduzido o médium até o mesmo quadro-negro, traçando diversas expressões ininteligíveis para os presentes, posteriormente reconhecidas como mantras grafados em caracteres sânscritos”.  Inúmeras mensagens particulares foram recebidas ao longo dos anos, em vários idiomas, que o médium também ignorava completamente: alemão, árabe e grego. Perderam-se, no entanto, pelo seu caráter estritamente pessoal dos destinatários.

EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

A Giuliana, que faz parte da equipe de apresentadores de MOMENTO ESPÍRITA, pede para explicar aos ouvintes, em se tratando de Espiritismo, qual a diferença entre divulgação da doutrina e proselitismo. Repetimos: qual a diferença entre divulgação e proselitismo.

  Primeiramente, precisamos dizer o que é divulgar uma doutrina e o que é fazer proselitismo.

Divulgar ou propagar uma ideia é apresentar publicamente essa ideia para que ela seja conhecida.

Que interesse existe atrás disso? Essa ideia deve ser importante, porque só se justifica a sua propagação, se ela trouxer algum benefício para a coletividade.

É assim que os órgãos de saúde, por exemplo, costumam divulgar informações sobre como combater a dengue, como prevenir o câncer de mama, como combater o diabetes.

  Ao fazer isso, eles não estão fazendo mais do que a obrigação, pois, sendo órgãos públicos, eles se devem cuidar que a população esteja bem informada em matéria de saúde pública.

  Dentro de um Estado democrático como o nosso, qualquer pessoa pode se pôr a divulgar aquilo que é do interesse da população, porque a verdade não deve ficar oculta.

  Proselitismo é outra coisa. A palavra prosélito quer dizer seguidor, adepto, partidário.

Proselitismo quer dizer arrebanhar pessoas para uma religião, para engrossar as fileiras de uma seita ou de um partido, como fazem certos segmentos religiosos.

  No proselitismo há duas fases. A primeira é de levar a informação às pessoas, individual ou coletivamente. A segunda fase é de trazê-las para integrar um grupo ou uma igreja.

Se o proselitismo for intenso e vigoroso, no sentido de forçar o convencimento das pessoas para aceitar a doutrina ou religião que pregam, dizemos que se trata de proselitismo de arrastamento.

É claro que o Espiritismo, por ser uma doutrina de prega e ensina a liberdade religiosa, não pode fazer proselitismo, sob pena de contradizer seus próprios princípios.

Você deve estar perguntando? Mas, o Espiritismo não tem interesse em aumentar o número de seguidores?

É claro que tem. Mas essa conquista não se faz por meio de propaganda agressiva, enganosa ou por coação.  Os novos espíritas serão aqueles que, por escolha própria, despertarão para a verdade espírita de uma forma livre e tranquila.

  A verdade não deve permanecer oculta, como dissemos, lembrando aquela famosa frase de Jesus: “Conhecereis a verdade e a verdade nos libertará”.

No entanto, seja qual seja essa verdade, ela não pode se impor, constrangendo as pessoas a aceitá-la, mas, ao ser divulgada, vai pedir de cada um a ouça com atenção, analise e decida pela própria cabeça.

Assim faz o Espiritismo em relação à divulgação de suas ideias, colocando essa divulgação como prioridade, mas nunca como imposição, como fez Jesus em relação à sua doutrina.  


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ESQUIZOFRENIA; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 A evolução no século 20 do conhecimento sobre o corpo humano, seus distúrbios e comportamento deles derivados, abriu campo para a grande ampliação e aprofundamento das chamadas doenças mentais bem como diagnósticos e terapias observadas na atualidade. Novas nomenclaturas baseadas nas especificidades de cada caso ante o adensamento demográfico do Planeta. Um dos tipos foi descoberto pelo médico Eugen Broiler que a denominou esquizofrenia já na primeira década do século passado mantinha intensos debates com Freud e Jung. Estima-se atingir hoje algo em torno de 24 milhões de pessoas, sendo que a doença caracteriza-se pela chamada demência precoce, atingindo com uma deterioração mental em jovens recém entrando na vida adulta. Apesar das conquistas desde os debates citados há muito a pesquisar no que tange às origens do problema. Nesse sentido, a visão oferecida pelo Espiritismo tem algo a dizer.  Afirmando o Ser humano na verdade é a resultante do complexo mente (Espírito)/ corpo espiritual/ corpo físico integrado num processo denominado reencarnação que objetiva a evolução da individualidade e que tem a regulá-lo a chamada Lei de Causa e Efeito, oferece elementos importantes para a compreensão das origens da doença até porque o problema atinge faixas etárias compreendidas pela infância e juventude. Solicitado algumas vezes a se manifestar sobre a questão, o médium Chico Xavier explicou: SOBRE A ORIGEM: -Muitas vezes, nascemos com processos alusivos a moléstias chamadas incuráveis, como resultados de complexos de culpas adquiridos por nós mesmos em existências passadas. Por exemplo: um homem extermina a vida de outro homem e parte para o Além; a vítima perdoou ao verdugo, mas a consciência do verdugo não concordou com esse perdão, e ele continua com o remorso, com o problema da culpa a lhe estragar a tranquilidade íntima. Dessa forma, os pensamentos de remorso repercurtem sobre o corpo espiritual e determinam o desequilíbrio da distribuição dos agentes químicas do organismo, já que, em verdade, cada um de nós tem determinada farmácia na sua própria vida íntima e as substâncias químicas errem o seu nível ideal, particularmente no cérebro, a cabine por onde o espírito se manifesta. Adquirindo culpas intensas e profundas, é muito natural que e criatura renasça com problemas de esquizofrenia. SOBRE A INCIDÊNCIA NA INFÂNCIA: - A esquizofrenia, na essência, decorre de transformações de caráter negativo  do quimismo da vida cerebral. Esse problema, no entanto, procede da Vida Espiritual, antes do processo reencarnatório, de vez que o problema da culpa, instalando em nós, por nós mesmos, na experiência terrestre, se transfere conosco, pela desencarnação, no rumo do mais Além. Muitas vezes, atravessamos condições de vida purgatorial, no Outro Mundo, mas somos devolvidos à Terra mesmo, aos núcleos habitacionais em que as nossas culpas foram adquiridas, e, frequentemente, carreamos conosco as telas da esquizofrenia. Quando o processo da esquizofrenização se patenteia violento, eis que as pertubações consequentes se manifestam na criatura em período de desenvolvimento infantil, mas na maioria dos caso a esquizofrenia aparece depois da puberdade ou logo após a maioridade física. Os Instrutores Espirituais são unânimes em afirmar que esse desequilíbrio decorre de nossos próprios débitos, nas áreas das forças espirituais de que dispomos no campo da própria consciência. SOBRE O FATOR PREPONDERANTE: -A esquizofrenia pode, muitas vezes, indicar o homicida que se fez suicida, porque o complexo de culpa é tão grande, o remorso é tão terrível que aquilo se reflete na própria vida física da criatura durante algum tempo ou muito tempo.


EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

Todo dia a gente liga a televisão e vê com tristeza que os crimes estão acontecendo por toda parte. São assassinatos, assaltos, sequestros, estupros, praticados por pessoas que parece que não são humanos, que empregam atos de violência e crueldade sem limites, muitas vezes, chocando a própria polícia. Vendo isso, fico pensando como tais criminosos podem ser considerados filhos de Deus. Como poderíamos amar uma criatura dessas, que fazem tantas vítimas indefesas – pais de família, crianças, idosos, mulheres - que ficam à mercê desses homens violentos?

O seu questionamento dever o mesmo de muita gente. Como amar os criminosos? Evidentemente, pela nossa condição espiritual, ainda temos muita dificuldade de compreender a profundidade da mensagem de Jesus.

Mas o que ele ensinou tem lógica; por isso podemos dizer que Jesus estava coberto de razão. Se Deus é Pai de todos nós, ele é pai de todos os homens, dos bons e dos maus, e como Pai que ama seus filhos, jamais esquece ou deserta qualquer um deles.

“Se um filho vos pedir um pão, com certeza não lhe darás uma pedra. Se vos pedir um peixe, não lhe darás uma serpente. Ora, se vós, que sois maus e imperfeitos, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, o que não vos dará o Pai que está nos céus, que é bom e perfeito, e que manda a chuva para os bons e para os maus, e o sol para os justos e para os injustos?”

Vamos analisar esta fala de Jesus. Sim, a nossa imperfeição e a nossa maldade ainda não são suficientes para evitar que queiramos bem aos nossos filhos, ainda que eles ajam com maldade. Que dirá Deus, que é a Perfeição, a Bondade e a Misericórdia!

A nossa condição espiritual faz com que estejamos disputando lugar num mundo de maldade e violência. Ainda não podemos compreender que um homem seja tão mal a ponto de roubar e de matar sem piedade o seu irmão. E, quando isso acontece, enchemo-nos de revolta e o que queremos mesmo é devolver a esse homem o mal que ele praticou.

No entanto, pense bem, prezado ouvinte. Se esse homem maldoso e impiedoso, que fez tanta gente sofrer, fosse seu filho? Será que você se voltaria contra ele, esquecendo que você é seu pai ou sua mãe e que, por isso, pede que a lei seja tão severa com ele, a ponto de condená-lo à morte?

Certa vez, no calor de uma discussão sobre pena de morte, por causa de um crime bárbara que acontecera contra uma jovem atriz, o apresentador do programa perguntou aos participantes quem era a favor que a pena de morte fosse aplicada ao assassino. A maioria levantou a mão.

Entretanto, quando o mesmo apresentador perguntou se eles ainda seriam a favor da pena de morte fosse aplicada ao criminoso, mesmo que o criminoso fosse seu filho, surpreendidos, os mesmos que haviam levantado as mãos se calaram. 

Na verdade, quando o amor entra na questão, tudo muda. Tanto assim que as mães, ainda que seus filhos estejam nos presídios por conta dos crimes praticados, elas não os deixam de visitar e defende-los quando acusados.

Imagine Deus, no seu infinito amor! Todavia, nós humanos ainda não conseguimos entender como isso se dá e a depender de nós os maus e os criminosos todos seriam condenados ao fogo eterno.

Mas para o Pai de Amor e Perfeição ninguém se perde, porque todos somos seus filhos amados, embora estejamos em diferentes etapas de progresso moral.

Tanto assim que, entre nós, existem aqueles que dão tudo de si para a felicidade do próximo, como Francisco de Assis, como existem os que ainda não entenderam o que é amor.

No caminhar da humanidade pela longa estrada da evolução, de encarnação em encarnação, ninguém se perderá. E aqueles que hoje ainda se enlameiam na violência e no crime hão de se redimir de suas quedas para glorificar a Deus amando seus semelhantes.