faça sua pesquisa

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ESQUIZOFRENIA; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

 A evolução no século 20 do conhecimento sobre o corpo humano, seus distúrbios e comportamento deles derivados, abriu campo para a grande ampliação e aprofundamento das chamadas doenças mentais bem como diagnósticos e terapias observadas na atualidade. Novas nomenclaturas baseadas nas especificidades de cada caso ante o adensamento demográfico do Planeta. Um dos tipos foi descoberto pelo médico Eugen Broiler que a denominou esquizofrenia já na primeira década do século passado mantinha intensos debates com Freud e Jung. Estima-se atingir hoje algo em torno de 24 milhões de pessoas, sendo que a doença caracteriza-se pela chamada demência precoce, atingindo com uma deterioração mental em jovens recém entrando na vida adulta. Apesar das conquistas desde os debates citados há muito a pesquisar no que tange às origens do problema. Nesse sentido, a visão oferecida pelo Espiritismo tem algo a dizer.  Afirmando o Ser humano na verdade é a resultante do complexo mente (Espírito)/ corpo espiritual/ corpo físico integrado num processo denominado reencarnação que objetiva a evolução da individualidade e que tem a regulá-lo a chamada Lei de Causa e Efeito, oferece elementos importantes para a compreensão das origens da doença até porque o problema atinge faixas etárias compreendidas pela infância e juventude. Solicitado algumas vezes a se manifestar sobre a questão, o médium Chico Xavier explicou: SOBRE A ORIGEM: -Muitas vezes, nascemos com processos alusivos a moléstias chamadas incuráveis, como resultados de complexos de culpas adquiridos por nós mesmos em existências passadas. Por exemplo: um homem extermina a vida de outro homem e parte para o Além; a vítima perdoou ao verdugo, mas a consciência do verdugo não concordou com esse perdão, e ele continua com o remorso, com o problema da culpa a lhe estragar a tranquilidade íntima. Dessa forma, os pensamentos de remorso repercurtem sobre o corpo espiritual e determinam o desequilíbrio da distribuição dos agentes químicas do organismo, já que, em verdade, cada um de nós tem determinada farmácia na sua própria vida íntima e as substâncias químicas errem o seu nível ideal, particularmente no cérebro, a cabine por onde o espírito se manifesta. Adquirindo culpas intensas e profundas, é muito natural que e criatura renasça com problemas de esquizofrenia. SOBRE A INCIDÊNCIA NA INFÂNCIA: - A esquizofrenia, na essência, decorre de transformações de caráter negativo  do quimismo da vida cerebral. Esse problema, no entanto, procede da Vida Espiritual, antes do processo reencarnatório, de vez que o problema da culpa, instalando em nós, por nós mesmos, na experiência terrestre, se transfere conosco, pela desencarnação, no rumo do mais Além. Muitas vezes, atravessamos condições de vida purgatorial, no Outro Mundo, mas somos devolvidos à Terra mesmo, aos núcleos habitacionais em que as nossas culpas foram adquiridas, e, frequentemente, carreamos conosco as telas da esquizofrenia. Quando o processo da esquizofrenização se patenteia violento, eis que as pertubações consequentes se manifestam na criatura em período de desenvolvimento infantil, mas na maioria dos caso a esquizofrenia aparece depois da puberdade ou logo após a maioridade física. Os Instrutores Espirituais são unânimes em afirmar que esse desequilíbrio decorre de nossos próprios débitos, nas áreas das forças espirituais de que dispomos no campo da própria consciência. SOBRE O FATOR PREPONDERANTE: -A esquizofrenia pode, muitas vezes, indicar o homicida que se fez suicida, porque o complexo de culpa é tão grande, o remorso é tão terrível que aquilo se reflete na própria vida física da criatura durante algum tempo ou muito tempo.


EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

Todo dia a gente liga a televisão e vê com tristeza que os crimes estão acontecendo por toda parte. São assassinatos, assaltos, sequestros, estupros, praticados por pessoas que parece que não são humanos, que empregam atos de violência e crueldade sem limites, muitas vezes, chocando a própria polícia. Vendo isso, fico pensando como tais criminosos podem ser considerados filhos de Deus. Como poderíamos amar uma criatura dessas, que fazem tantas vítimas indefesas – pais de família, crianças, idosos, mulheres - que ficam à mercê desses homens violentos?

O seu questionamento dever o mesmo de muita gente. Como amar os criminosos? Evidentemente, pela nossa condição espiritual, ainda temos muita dificuldade de compreender a profundidade da mensagem de Jesus.

Mas o que ele ensinou tem lógica; por isso podemos dizer que Jesus estava coberto de razão. Se Deus é Pai de todos nós, ele é pai de todos os homens, dos bons e dos maus, e como Pai que ama seus filhos, jamais esquece ou deserta qualquer um deles.

“Se um filho vos pedir um pão, com certeza não lhe darás uma pedra. Se vos pedir um peixe, não lhe darás uma serpente. Ora, se vós, que sois maus e imperfeitos, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, o que não vos dará o Pai que está nos céus, que é bom e perfeito, e que manda a chuva para os bons e para os maus, e o sol para os justos e para os injustos?”

Vamos analisar esta fala de Jesus. Sim, a nossa imperfeição e a nossa maldade ainda não são suficientes para evitar que queiramos bem aos nossos filhos, ainda que eles ajam com maldade. Que dirá Deus, que é a Perfeição, a Bondade e a Misericórdia!

A nossa condição espiritual faz com que estejamos disputando lugar num mundo de maldade e violência. Ainda não podemos compreender que um homem seja tão mal a ponto de roubar e de matar sem piedade o seu irmão. E, quando isso acontece, enchemo-nos de revolta e o que queremos mesmo é devolver a esse homem o mal que ele praticou.

No entanto, pense bem, prezado ouvinte. Se esse homem maldoso e impiedoso, que fez tanta gente sofrer, fosse seu filho? Será que você se voltaria contra ele, esquecendo que você é seu pai ou sua mãe e que, por isso, pede que a lei seja tão severa com ele, a ponto de condená-lo à morte?

Certa vez, no calor de uma discussão sobre pena de morte, por causa de um crime bárbara que acontecera contra uma jovem atriz, o apresentador do programa perguntou aos participantes quem era a favor que a pena de morte fosse aplicada ao assassino. A maioria levantou a mão.

Entretanto, quando o mesmo apresentador perguntou se eles ainda seriam a favor da pena de morte fosse aplicada ao criminoso, mesmo que o criminoso fosse seu filho, surpreendidos, os mesmos que haviam levantado as mãos se calaram. 

Na verdade, quando o amor entra na questão, tudo muda. Tanto assim que as mães, ainda que seus filhos estejam nos presídios por conta dos crimes praticados, elas não os deixam de visitar e defende-los quando acusados.

Imagine Deus, no seu infinito amor! Todavia, nós humanos ainda não conseguimos entender como isso se dá e a depender de nós os maus e os criminosos todos seriam condenados ao fogo eterno.

Mas para o Pai de Amor e Perfeição ninguém se perde, porque todos somos seus filhos amados, embora estejamos em diferentes etapas de progresso moral.

Tanto assim que, entre nós, existem aqueles que dão tudo de si para a felicidade do próximo, como Francisco de Assis, como existem os que ainda não entenderam o que é amor.

No caminhar da humanidade pela longa estrada da evolução, de encarnação em encarnação, ninguém se perderá. E aqueles que hoje ainda se enlameiam na violência e no crime hão de se redimir de suas quedas para glorificar a Deus amando seus semelhantes.


Nenhum comentário:

Postar um comentário