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domingo, 8 de fevereiro de 2026

ENTENDENDO A TURBULENTA CONVULSÃO; EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR

Se tentarmos conversar com uma criança de cinco anos sobre a Teoria da Relatividade será que obteremos sucesso?  Se nos dirigirmos a um dos habitantes das diversas comunidades rurais da Papua-Nova Guiné para ouvi-lo sobre planejamento estratégico haveria reciprocidade? Se falássemos para um intolerante radical religioso que há inúmeras evidências confirmando a realidade da reencarnação, teríamos chance de prolongar o entendimento? Uma breve reflexão sobre tais questões resultariam numa óbvia resposta: não! As imagens se associadas a outra criada pelo Espírito Emmanuel através do médium Chico Xavier na mensagem O GRANDE EDUCANDÁRIO no livro ROTEIRO (feb,1952) sobre a Terra ser uma das muitas escolas dedicadas à evolução espiritual abrigando “mais de vinte bilhões de almas conscientes desencarnadas”, permitem-nos entender o que acontece neste momento do Planeta em que vivemos. Na segunda mensagem selecionada por Allan Kardec para compor as Instruções dos Espíritos do Capítulo 3 – Há Muitas Moradas Na Casa de Meu Pai, d’ O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Santo Agostinho traça um perfil dos Mundos de Expiação e de Provas entre os quais se insere ainda a Terra.  Diz, entre outras coisas, que “a superioridade da inteligência, num grande número de seus habitantes, indica que ela não é um mundo primitivo, destinado à encarnação de Espíritos ainda mal saídos das mãos do Criador. Suas qualidades inatas são a prova de que já viveram e realizarem certo progresso, mas também os numerosos vícios a que se inclinam são o indício de uma grande imperfeição moral”, estando neste mundo como estrangeiros para expiarem suas faltas através de um trabalho penoso e das misérias da vida, até que se façam merecedores de passar para um mundo feliz”, tendo “vivido em outros mundos, dos quais foram excluídos por sua obstinação no mal, que os tornava causa de perturbação para os bons”. Salienta, porém, que “não são todos os Espíritos encarnados na Terra que se encontram em expiação. As raças que chamais selvagens, constituem-se de Espíritos apenas saídos da infância, e que estão, por assim dizer, educando-se e desenvolvendo-se ao contato de Espíritos mais avançados”. Acrescenta que “vem a seguir as raças semicivilizadas, formadas por esses mesmos Espíritos em progresso, sendo de algum modo, as raças indígenas da Terra, que se desenvolveram pouco a pouco, através de longos períodos seculares, conseguindo algumas atingir a perfeição intelectual dos povos mais esclarecidos”. São Luiz na resposta à última pergunta d’ O LIVRO DOS ESPÍRITOS, revela que o momento da “transformação predita para a Humanidade terrena” havia chegado, resultando não só “na remoção dos Espíritos maus mas também dos que tendem a deter a marcha das coisas”. Isto sugere a atuação de um comando a operar essas ações. Nos versículos 3 e 10 do Capítulo 1 do EVANGELHO de João, apresentado Jesus diz “todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” e “estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu”, sugerindo não ser ele apenas mais que o Mestre reconhecido por todos os que estudam sua história. Obras mediúnicas recebidas por Chico Xavier como A CAMINHO DA LUZ de Emmanuel e, BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO assinada por Irmão X, revelam aspectos de planejamentos tecidos na Espiritualidade para encaminhar a evolução dos habitantes da Terra. Especialmente o segundo, prende-se à nova fase ou Ciclo – estimado recentemente pela ciência como de 2160 anos - em que iria começar entrar o planeta nos séculos seguintes. Para se ter uma ideia de como funcionam as coisas nos bastidores da evolução, em interessante questionamento sobre o fenômeno Joana D’Arc, a aldeã de Orleans, na França, que transformou-se em líder militar na vitória francesa sobre a ambição inglesa no século XIV, Chico Xavier explicou que “naquela época, os Espíritos encarregados da evolução do Planeta estavam selecionando os gens que viriam a servir na formação do corpo da plêiade de entidades nobres que reencarnariam para ampliar o desenvolvimento geral da Terra, através do chamado Iluminismo francês. Era preciso cuidado para que os corpos pudessem suportar a dinâmica das inteligências que surgiriam. Se a França fosse invadida, perder-se-ia o trabalho de muitos séculos. Então Joana D’Arc foi convocada para que impedisse a invasão, a fim de que se preservassem as sementes genitais, para a formação de instrumentalidade destinada aos gênios da cultura e do progresso que renasceriam na França, especialmente em se tratando da França do século XIX que preparou, no mundo, a organização da era tecnológica que estamos vivendo no século XXI.


EM BUSCA DA VERDADE COM O PROFESSOR JOSÉ BENEVIDES CAVALCANTE

Se Deus é bom e perfeito, se Ele conhece o presente, o passado e o futuro, Ele também sabe qual é o destino de cada um de nós, desde que nos criou.  Por que temos que rezar e praticar boas ações, então, se tudo já está definido desde o princípio?

A pergunta tem lógica. Mas devemos ir um pouco mais fundo. Partindo do princípio de que Deus nos criou para o bem, podemos concluir que todos nós, absolutamente todos, estamos caminhando para essa finalidade suprema.

Todavia, embora visando apenas e tão somente o nosso bem – que acontecerá mais cedo ou mais tarde, porque essa é a sua vontade – Deus não nos criou perfeitos.

Pelo contrário, Ele nos criou para a perfeição, mas não nos fez perfeitos. A perfeição seria alcançada por nós e dependeria do nosso próprio esforço.

Essa parte Deus não fez. Ou seja, Ele deixou que cada um de nós construísse sua própria perfeição, até porque, se nos fizesse perfeitos, nós não teríamos nada a fazer e, portanto, não reuniria nenhum mérito.

Fazendo-nos imperfeitos, abriu para nós o caminho da liberdade. É o que chamamos de livre-arbítrio. O livre-arbítrio nos permite agir por nossa própria vontade, mas, ao mesmo tempo, implica na responsabilidade pelos nossos atos.

O plano de Deus é tão perfeito em relação a nós, seres inteligentes do universo, que nos deixou as condições para que abríssemos o próprio caminho rumo à perfeição.

Tudo no mundo caminha para a perfeição. Nós também, mas caminhamos com nossos próprios pés, pois a perfeição é uma conquista e não uma dádiva.

Conquistando a própria perfeição, estaremos de alguma forma participando da obra de Deus. Por isso, André Luiz, muito apropriadamente, nos chama de cocriadores.

Logo, não é difícil concluir que cada um de nós perfaz uma trajetória no longo caminho da perfeição, vivendo e aprendendo, de tal forma que, queiramos ou não, caminharemos em direção ao destino glorioso que Deus reservou para cada um de nós.

Desse modo, a criação é um ato de amor, posto que todos dela derivamos, caminhando em direção à nossa plena realização espiritual.

Ao orar e praticar o bem estamos impulsionando o nosso crescimento e participando com responsabilidade do grande ato da criação que está acontecendo em todo o momento.

 

O Pai – que conhece o presente, o passado e o futuro – por ser bom e misericordioso, no dizer de Jesus, jamais criaria um só de seu filho para a perdição, de modo que, assim como todos Dele vieram, assim para Ele todos voltarão.


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